Resposta rápida

Não existe uma lei federal que diga, com essas palavras, “a Câmara deve legendar a live”. O que existe é uma cadeia de três normas que, somadas, produzem essa obrigação para o conteúdo publicado no site oficial: a Lei de Acesso à Informação (art. 8º, §3º, VIII), a Lei Brasileira de Inclusão (art. 63) e a Lei 10.098/2000 (art. 17). Legenda e janela de Libras não são alternativas excludentes — atendem públicos distintos.

“Não existe lei específica”: certo na letra, errado na conclusão

Quem pesquisa “minha câmara é obrigada a legendar a sessão?” recebe hoje, do próprio Google, uma resposta que começa assim: não existe lei federal específica que obrigue as câmaras municipais a colocar legendas nas transmissões ao vivo. E isso, na letra, está certo — nenhuma norma federal nomeia “legenda em transmissão de câmara municipal”.

O problema é a conclusão que o servidor tira daí. Ausência de norma nominal não é ausência de obrigação. O ordenamento brasileiro não obriga por lista de tecnologias; obriga por resultado: o conteúdo publicado no canal oficial precisa ser acessível a pessoas com deficiência. A partir do momento em que a sessão é transmitida e fica publicada no site da casa, ela é conteúdo do órgão — e três dispositivos, lidos em conjunto, dizem exatamente o que fazer com ele.

É essa cadeia que está faltando na internet. Ela não aparece na resposta automática do buscador, que resolve o assunto empurrando o leitor para a janela de Libras, e não aparece nos portais institucionais que noticiam a adoção do recurso sem citar a base legal. O resto deste texto é ela, artigo por artigo, com o link do Planalto em cada elo.

A cadeia legal, elo por elo (com o texto da lei)

1. LAI — Lei 12.527/2011, art. 8º, §3º, VIII

É o elo que quase ninguém cita, e é o mais direto. Ao tratar dos sítios oficiais na internet, a Lei de Acesso à Informação determina que eles devem “adotar as medidas necessárias para garantir a acessibilidade de conteúdo para pessoas com deficiência, nos termos do art. 17 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, e do art. 9º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência”.

Repare na palavra conteúdo. Não é acessibilidade do layout, do menu ou do contraste do site: é do que está publicado ali. A transmissão da sessão e o acervo de sessões anteriores são conteúdo publicado no sítio oficial da câmara.

2. LBI — Lei 13.146/2015, art. 63

O Estatuto da Pessoa com Deficiência torna “obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis”. O §1º ainda exige que os sítios acessíveis contenham símbolo de acessibilidade em destaque.

Uma nota que vale ouro para quem não é do setor público: o art. 63 começa pelas empresas privadas. A câmara municipal e a empresa que publica vídeo no próprio site estão na mesma frase da lei.

3. Lei 10.098/2000, art. 17

É a norma para a qual a LAI remete. O art. 17 estabelece que o poder público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação e estabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de comunicação e sinalização às pessoas com deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, garantindo-lhes o direito de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, ao esporte e ao lazer. A redação em vigor é a dada pela Lei 15.249/2025 — é ela que deve ser citada, não a de 2000.

4. LBI, art. 53 — o princípio que dá sentido aos três

“A acessibilidade é direito que garante à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social.” Numa sessão legislativa, esse artigo deixa de ser abstrato: acompanhar a discussão do orçamento do município é exercício de cidadania.

A cadeia legal da acessibilidade da transmissão A Lei de Acesso à Informação, no artigo 8º, parágrafo 3º, inciso VIII, exige acessibilidade de conteúdo no sítio oficial e remete ao artigo 17 da Lei 10.098/2000, que manda o poder público eliminar barreiras na comunicação. Em paralelo, o artigo 63 da Lei Brasileira de Inclusão torna obrigatória a acessibilidade em sítios de empresas e órgãos de governo. As três normas somadas resultam na obrigação de tornar acessível a transmissão publicada pela câmara. LAI · Lei 12.527/2011 art. 8º, §3º, VIII acessibilidade de conteúdo Lei 10.098/2000 art. 17 (red. Lei 15.249/2025) barreiras na comunicação LBI · Lei 13.146/2015 art. 63 (+ art. 53) sítios de órgãos e empresas A transmissão publicada tem de ser acessível legenda, janela de Libras ou ambas — omissão é que não é opção
A obrigação não vem de um artigo isolado: vem da soma dos três, e é sobre o conteúdo publicado no sítio oficial.
Resumo da cadeia: a LAI obriga acessibilidade de conteúdo no sítio oficial e remete à Lei 10.098; a Lei 10.098 manda o poder público eliminar barreiras de comunicação; a LBI repete a obrigação para sítios de órgãos de governo e empresas. Nenhuma das três diz “legenda”. As três, juntas, dizem que a transmissão não pode ficar inacessível.

O que a lei não diz — e onde o mercado erra

Tão importante quanto a cadeia correta é não citar a errada. Três confusões aparecem com frequência em editais, em páginas de fornecedor e em matérias sobre o tema:

Radiodifusão não é internet

O art. 67 da LBI e o art. 19 da Lei 10.098/2000 são os dispositivos que falam explicitamente em legenda oculta, janela de Libras e audiodescrição — e os dois estão escritos para os “serviços de radiodifusão de sons e imagens”, isto é, para a TV. A transmissão pela internet não é radiodifusão. Quem sustenta a obrigação da live de câmara no art. 67 está esticando a norma; a base correta é a do bloco anterior.

O Decreto 5.296/2004 não obriga legenda em transmissão pela internet

O Decreto 5.296/2004 é citado como se resolvesse a questão, e não resolve. O art. 47 torna obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública “para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual” — é o dispositivo dos leitores de tela, não o das legendas. O art. 53 trata do plano de medidas técnicas do art. 19 da Lei 10.098/2000, a ser regulamentado pelo Ministério das Comunicações, e é de novo radiodifusão. Não há, no Decreto 5.296, obrigação de legenda em transmissão pela internet.

O PL 3503/2019 é sobre Libras — e ainda é projeto

O projeto costuma ser mencionado como se determinasse legendas. A ementa real altera a LBI e a Lei de Informática para determinar que portais de empresas privadas e órgãos de governo ofereçam ferramenta interativa de tradução para Libras — não fala de legenda. Consultada a base de dados abertos da Câmara dos Deputados em 07/09/2026, ele estava na Comissão de Comunicação, “Aguardando Parecer”, com relatoria do Dep. David Soares (PODE-SP), prazo de emendas encerrado em 06/05/2026 sem emendas apresentadas, apensados os PLs 2951/2021, 4052/2021, 104/2023 e 3391/2023, sujeito a apreciação conclusiva pelas comissões. É projeto em tramitação, não lei: não pode ser citado em edital como exigência vigente.

Legenda ou Libras? A pergunta está mal formulada

É verdade que boa parte das câmaras que se adequaram optou por contratar intérprete de Libras para as sessões, e essa é uma escolha legítima e valiosa. O erro está em tratar as duas coisas como um menu de onde se escolhe uma.

A janela de Libras atende quem tem a Libras como primeira língua — para essa pessoa, o texto em português é um segundo idioma. A legenda atende outro conjunto: quem perdeu audição ao longo da vida e não sinaliza, quem tem perda parcial, quem está no celular sem fone no meio do expediente, e — nada desprezível para uma casa legislativa — o buscador, que indexa texto e não indexa áudio.

A LAI e a LBI falam em acessibilidade de conteúdo. Não existe dispositivo autorizando substituir um público pelo outro. Uma casa que oferece só a janela de Libras avançou de verdade; ainda tem um público sem atendimento. E o inverso também vale: legenda não é substituta da janela de Libras.

Por que o closed caption do YouTube não fecha a conta

A objeção mais comum é: “já transmitimos pelo YouTube, e o YouTube tem legenda automática”. A legenda existe, mas ela é oculta (closed caption) — e é aí que a conta não fecha. São quatro problemas práticos, todos verificáveis por quem já assistiu a uma sessão pelo celular:

  • Exige que o cidadão saiba ativar. Quem não conhece o botão “CC” entra na transmissão, não vê legenda e conclui que a câmara não é acessível. A acessibilidade que depende de um clique que o usuário não sabe dar não cumpre a função.
  • Não vai junto para as redes sociais. O closed caption é um recurso do player do YouTube. A mesma sessão retransmitida ao mesmo tempo no Instagram e no Facebook chega sem legenda nenhuma.
  • Costuma se perder na gravação. O acervo — que é o que fica no site e o que é consultado depois — volta a ser inacessível, ou depende de um processamento posterior que ninguém acompanha.
  • Depende do dispositivo. Navegador antigo, aplicativo de TV, dispositivo de streaming: o comportamento do botão de legenda varia.

A alternativa é a legenda inserida no próprio quadro do vídeo (open caption): ela viaja com a imagem, então vai para o player do site, para o aplicativo de TV, para o Instagram e para o arquivo gravado, sem que ninguém precise ativar nada. E aqui vale a honestidade que falta na maior parte do material comercial sobre o assunto: essa legenda não pode ser desligada por quem não a quer. É uma troca, não uma solução perfeita. Para transmissão institucional de sessão legislativa, a troca costuma valer; para outros conteúdos, pode não valer.

A objeção seguinte é a da precisão — legenda automática erra, e sessão legislativa tem termo técnico, nome próprio e número de projeto. Também é real, e ninguém deveria prometer 100% de acerto no ao vivo. O caminho honesto é assumir os dois tempos: ao vivo, a legenda automática garante acompanhamento imediato, com margem de erro; no acervo, a transcrição pode ser revisada antes de virar o registro consultável da sessão.

Onde isso trava na prática: contrato, licitação e sessão de quatro horas

Não é preciso encerrar o contrato de quem já transmite

O bloqueio mais comum não é técnico nem jurídico: é a suposição de que incluir legenda significa trocar de fornecedor no meio de um contrato de anos. Não significa. O serviço de legenda ao vivo é complementar: ele recebe o sinal HLS que a câmara já produz, insere a legenda no quadro e devolve o sinal — que segue para o mesmo player, o mesmo site e as mesmas redes. Se o fornecedor de streaming for o mesmo, cabe um aditivo; se for outro, é contratação distinta que convive com a vigente.

Pacote de horas em vez de mensalidade

Uma câmara que transmite dez horas por semana não precisa contratar um serviço mensal dimensionado para um canal 24 horas. O modelo por pacote de horas existe justamente para esse perfil, e muda a ordem de grandeza do que vai ao processo de contratação. Sobre valores e enquadramento — Lei 14.133/2021, art. 75, II, com o valor atualizado pelo Decreto nº 12.807/2025 — a explicação completa já está na FAQ do artigo como criar uma TV Câmara, e não vale a pena repeti-la aqui. Uma ressalva que este texto não abre mão de fazer: o enquadramento é decisão do órgão e da assessoria jurídica dele. Nenhum fornecedor tem competência para dizer se a contratação cabe em dispensa.

O acervo é o problema que ninguém antecipa

Uma sessão dura três, quatro horas. O arquivo resultante tem dezenas de gigabytes — na Câmara Municipal de São Paulo, citada no episódio que originou este artigo, uma transmissão de quatro horas gera algo na casa dos 20 a 25 GB. Aplicativos populares de legendagem, os que aparecem em qualquer busca, não aceitam nem 25 minutos de vídeo. O que é trivial num vídeo institucional de três minutos é inviável no vídeo de uma sessão.

Some a isso o problema que o servidor da casa enfrenta toda semana: achar o trecho. Sem transcrição, localizar em que minuto um vereador citou determinado projeto é assistir à sessão de novo. Com transcrição, é uma busca por texto. A acessibilidade paga essa segunda conta de brinde — e é por isso que, na prática, o setor de comunicação da casa costuma ser o primeiro a defender o recurso internamente.

Checklist de acessibilidade da transmissão

Para levar à reunião com a mesa diretora ou ao setor de TI. Cada item é uma pergunta de sim ou não:

  1. A transmissão publicada no site oficial tem legenda sem exigir clique do cidadão?
  2. A gravação que fica no acervo mantém a legenda?
  3. A transmissão simultânea nas redes sociais leva legenda junto?
  4. Existe transcrição em texto das sessões, buscável por palavra?
  5. janela de Libras — e ela é oferecida além da legenda, não no lugar dela?
  6. O site exibe o símbolo de acessibilidade em destaque (LBI, art. 63, §1º)?
  7. A página da transmissão informa quais recursos de acessibilidade estão disponíveis e como acioná-los?
  8. O acervo funciona em celular, que é onde a maior parte do público assiste?
  9. O contrato vigente de transmissão prevê a inclusão de recursos de acessibilidade, por aditivo ou por serviço complementar?
  10. Existe alguém responsável nomeado por conferir esses itens depois de cada sessão?

Se a resposta for “não” nos itens 1 a 4, a casa está publicando conteúdo que uma parte dos munícipes não consegue acompanhar — e é exatamente essa a hipótese que a cadeia LAI + LBI + Lei 10.098 trata. São 5.570 municípios no Brasil (total oficial apurado na base de localidades do IBGE em 07/09/2026, excluído o distrito estadual de Fernando de Noronha), cada um com sua câmara e sua transmissão.

O episódio que deu origem a este artigo

Este texto nasceu do episódio “Live Transcription: Como Garantir a Acessibilidade Exigida pela LBI em Órgãos Públicos”, do podcast Café & Tech, publicado pelo canal da JMV Technology em 21 de maio de 2026 (1h42min40s), com Josimar Machado e Mário Sérgio. A transmissão foi feita com a legenda ao vivo rodando no próprio quadro — o recurso sendo demonstrado enquanto era explicado.

Uma correção sobre o episódio. Ao citar a Lei Brasileira de Inclusão, o número foi dito como “3146/2015” (1h28min32s): o correto é 13.146/2015. E o art. 53, citado ali, é o do princípio da acessibilidade — a obrigação de acessibilidade de conteúdo em sítio oficial está no art. 63 da LBI e no art. 8º, §3º, VIII da LAI, como detalhado acima. Os números de audiência e de mercado mencionados na conversa não foram confirmados em fonte primária e por isso não aparecem neste artigo.

Os trechos mais úteis para quem está montando o processo interno:

  • 1h06min24s — aditivo ao contrato e serviço complementar: por que não é preciso encerrar o contrato vigente.
  • 1h07min21s — o modelo de pacote de horas para quem transmite algumas horas por semana.
  • 1h14min00s — closed caption x legenda no quadro: o que se perde nas redes sociais e na gravação.
  • 1h17min12s — o acervo: arquivo de sessão de quatro horas e a busca por trecho.
Transcrição do episódio (1h42min40s)

Transcrição automática do YouTube, publicada sem revisão frase a frase. Foram corrigidos apenas os nomes próprios recorrentes que o reconhecimento trocava (Josimar, Mário, JMV Play, JMV Stream) e a expressão closed caption. O restante está como o reconhecimento entregou, inclusive as hesitações da fala ao vivo — preferimos o registro honesto à reescrita. Também disponível em arquivo de legenda WebVTT, com os tempos de cada trecho.

Bom dia a todos. Está começando o podcast Café Tec. Sejam todos muito bem-vindos. Eu sou o Mário Sérgio, consultor de soluções da JMV e viemos trazer para vocês hoje um episódio onde vamos falar do live transcription. Live transcript, para quem já nos acompanhou, é um recurso que a gente lançou recentemente para poder trazer acessibilidade para qualquer tipo de conteúdo transmitido ao vivo na internet. E baseando no Live Transcription, a gente traz na pauta de hoje como garantir a acessibilidade exigida pela LBI, que é a Lei Brasileira de Inclusão, em órgãos públicos.

Estou aqui hoje com Josimar Machado pra gente dar sequência nesse episódio inédito aí. Muito bom dia, Josimar. Bom dia, Mário. Tá bom. Bom, eu aí. Beleza.

Quem nos acompanha, obrigado. Quem vê esse vídeo depois me responde uma pergunta. Seu órgão público, o órgão público que você atende, ele segue a LBI? Acho que não para transmissões ao vivo, até porque esse modelo de recursos que a gente trouxe hoje é um modelo inovador no mercado para atender os pré-requisitos legais de inclusão, né, da LBI. E aí eu tô falando de órgão público, né? Agora imagina você que é de instituição privada, né, ou misto ali, ONGs e tal, que precisa cumprir a LBI e não consegue cumprir. E quando você não é do governo, você tá sujeito à multa, né?

Esse que é o problema, né? Porque quando você é do governo, você não, você não faz, mas o governo vai multar o governo, né? Agora, se você é privado, meu amigo, você sabe como é que é você pisar fora da linha, é pedir para tomar multa, né, Mário? Justamente. E você que nos acompanha ao vivo aí no nosso podcast, fique à vontade para poder esclarecer suas dúvidas, sugestões. Como a gente tá ao vivo, a gente vai estar te respondendo aí no decorrer do nosso episódio.

É o mais é interessante falar isso, né, Mário? Porque a gente tá mostrando o recurso ao vivo aqui. A transcrição tá rolando agora. Sim. tanto no YouTube transcrito, né, em português, que é o nosso idioma de origem para a transcrição pro YouTube em português, mas também no nosso canal em inglês, que além de fazer a transcrição, que é o nosso canal do JMV Stream, o recurso é disponível o mundo inteiro, então cliente em qualquer idioma pode contratar o recurso. Ele tá ao vivo agora. A gente tá também no JMV Stream, que além da transcrição, ele faz a tradução, né, da legenda ali.

Ela aparece no vídeo em tempo real. Quando a gente tá falando, existe um atraso, um delay ali pra gente poder fazer esse processamento, mas é assim que funciona, né, Mário? E o mais legal de tudo, né, Josimar, que é um recurso que você pode continuar utilizando o seu mesmo serviço de stream, usando a saída da HLS, você já consegue trazer a acessibilidade, seja pro seu evento, seja pra sua live corporativa, seja para a sua live de órgão público, né, câmaras, tribunais, ministérios públicos, todos que fazem live, por exemplo, é um recurso muito simples e é um recurso, Josimar que hoje não só a questão da acessibilidade, mas ele também agloba aí, né, vamos dizer assim, engloba até mesmo eventos internacionais, igual a gente teve um caso recente de um evento internacional, onde, por exemplo, as pessoas, os palestrantes falavam em outro idioma e usou o nosso recurso para tradução, né? Ou seja, não só pela acessibilidade, que é o nosso tema hoje, que a gente vai falar bastante, mas também ele traz esse poder, né, de globalização do seu conteúdo, porque independente do idioma que é falado ali, com uma tradução, ele fica inclusivo para qualquer pessoa. Globalização de conteúdo ao vivo, né, Mário, que é muito difícil. Ó, enquanto a gente faz essa live aqui,

a gente fez uma pesquisa aqui que o Y fez pra gente, né, 2,6 milhões, né, 2.600.000 1000 pessoas, se estivessem assistindo essa live, né, tem dificuldade de audição no Brasil. Então, a acessibilidade, a parte da inclusão, ela não é uma uma frescura, sabe? Ela não é uma coisa que, ah, laga para lá, faz se tiver, se tiver dinheiro, não, não é de forma alguma, né? Eu tenho uma irmã que é especial, então assim, eu entendo que a inclusão em todos os aspectos, ela é essencial. No caso da minha irmã, não é questão de audição, são outros aspectos, né? Mas ela é essencial, sabe?

Eh, só quem tem na família, só quem quem tem, quem já conviveu, quem convive, que sabe o que que isso causa de diferença na vida das pessoas, né? A gente pode pegar a inclusão. Eu eu me emociono quando eu vejo toda vez esses vídeos, sabe? Esses dias eu vi um vídeo de um menino na sala de aula, eh, o Ricardo Amorim, aquele economista, postou lá no Instagram dele. Eh, o menino é daltônico, mano. Aí tem um óculos lá, um óculos hoje, né, que você coloca e ele

deixa as coisas ali tudo no padrão. Nossa, cara, assim, sensacional, sensacional. Um outro caso, né? Aí no caso de audição, né? Uma menina colocou aparelho, um aparelho auditivo ali, foi a primeira vez que ela ouviu, era menino ou menino, não me recordo, mas que ouviu a mãe. Nunca tinha ouvido a mãe falar, aí ouviu a voz da mãe, sabe?

Então assim, eh isso aí, gente, são as coisas que mudam a vida das pessoas, né? Esse tipo de inclusão mudam a vida das pessoas, né? traz ali e a a importância absurda que você pode te trazer paraa vida de uma pessoa. Você tá fazendo um evento igual a gente tá fazendo aqui, né? É um é uma live, uma transmissão ao vivo, mas pode ser uma transmissão de interesse da pessoa. Vou te dar exemplos que não é usado hoje. Essa pessoa hoje ela é totalmente excluída dos canais de comunicação digitais.

Como assim canais de comunicação digitais? sites de notícias, sites em tempo real, jogos de futebol transmitidos somente pela internet, né? Elas são excluídas hoje. Você tem que ou você tem que ir lá no YouTube ativar aquele o closed caption lá, porque ele tem a legenda oculta, mas é uma legenda horrorosa. Hoje ainda é ruim. Pode ser que quando você vê esse vídeo, o YouTube lançou algum update com inteligência artificial que melhorou, mas é uma legenda muito ruim ainda, né? conteúdos de Instagram, produtores de conteúdo que não colocam legenda, tá excluindo as pessoas. TV, que é uma pauta que a gente abordou aí nos últimos episódios também.

A TV ajuda muito isso. Então aqui eu vou te dar, cara, assim, é surreal, mas clínica Mário, sim. Quantas clínicas médicas que a TV indoor lá ou o conteúdo do Instagram ou do YouTube, dessa própria clínica médica, não é um conteúdo acessível? Agora imagina uma live, a gente tá falando de VOD, que é só você pegar, subir, colocar num aplicativo de edição, o pessoal não faz, imagina uma live.

Então é para isso que existe a Lei Brasileira de Inclusão, né? A LBI, ele tem todas as normativas. E essa ferramenta ela traz para você que é órgão público, gerente de órgão público, né, que deseja incluir ali a sua cidade, né, como referência nacional no aspecto de inclusão. Essa ferramenta ela permite você fazer as lives, seja YouTube, que agora a gente tá, eu comentei do YouTube, né, mas a gente tá no YouTube, a gente tá no Instagram ao mesmo tempo com a transcrição ali, ó. Tá ali, ó, né? né? A pessoa pode colocar o volume aqui se ela quiser, ó,

né? Ou tirar o volume, mas, né? Então, nem vou entrar na questão de que, ah, a maioria das pessoas vê vídeo no Instagram sem volume e tal. Isso aí é outra pegada. A nossa questão que é acessibilidade, mas olha, tá lá a legenda, ó, ao vivo, em tempo real, no YouTube, a gente tá aqui, ó, e no Instagram, né?

Então, isso aqui é um novo jeito de fazer. Tanto que se você pesquisar na internet vai vir aqueles recursos, às vezes aulas, né? Aula nem precisa falar, então, né? nem nossa senhora, não tem como você dar uma aula para uma pessoa eh eh que tenha algum tipo de deficiência auditiva sem ter esse tipo de inclusão. Tem umas aulas hoje que fica do lado assim, né, embaixo, não é no vídeo em si. E ela é bem atrasada, ela demora a aparecer, não é sincronizada aqui, igual você tá vendo, ela ela é até adiantada. Adiantada sim, né? aparece imediatamente ali o texto, igual a gente tá falando.

Então, em respeito todas as pessoas que têm, né, algum tipo de deficiência no Brasil, a gente lançou essa ferramenta paraa questão de inclusão, né? Eu me sinto particularmente privilegiado porque, né, igual eu comentei, eu tenho uma irmã especial, então eu sei dentro de casa o que que as famílias, o que quão especial e o quão é importante qualquer tipo de inclusão que a gente faça para essas pessoas, né, Mário? Sim, com certeza. Isso tudo no digital, né? Ou seja, as inclusões que a gente fala é trazer, proporcionar a informação, o alcance dessa informação para todas as pessoas, independente se são pessoas que não têm ou as que possuem necessidade especial. E o Josimar trouxe o dado importante, né?

E eu vou ainda mais além, ou seja, daquele número que ele trouxe são as que realmente estão dentro do quadro de total, né? Auditivo. Auditivo mais ou menos, segundo pesquisa ali, Rhõ600 auditivo, mas a população em geral, igual a minha irmã, que é precisa de algum cuidado especial maior, né? Hoje é hoje gira em 14,4 milhões aproximadamente de brasileiros com algum tipo de deficiência, justamente o que é uma obrigação legal, né, para qualquer órgão público garantir, né, essa acessibilidade do conteúdo, porque a informação é direito de todo cidadão, né? Então, ou seja, ele como um órgão público, ele tem que ser o exemplo, né? E muitos que a gente vê hoje não oferece essa legenda em tempo real, às vezes oferece no VOD, mas já é uma informação que às vezes já tá ultrapassada.

Então, até chegar a inclusão é você dá a mesma oportunidade para uma pessoa com deficiência, nesse caso aqui auditiva, de uma pessoa que não tem deficiência auditiva em tempo real. Graça tem a pessoa, sei lá, vê um jogo de futebol, tá certo que o jogo ele é autoexplicativo se ela gosta de futebol, mas vê uma notícia agora e daqui duas, tr 4 horas talvez o o o meio de comunicação coloca essa notícia gravada, talvez com legenda, talvez, principalmente em médias e pequenas cidades. Sim, principalmente em médias e pequenas cidades. Então você que tá acompanhando a gente, você que vê esse vídeo depois, a gente tem o podcast aqui, mas ele fica eternamente aqui no YouTube, né?

Eh, você pode exigir da sua Câmara Municipal, do seu meio de comunicação, você pode mandar, falar aqui, ó, hoje tem solução, tem essa ferramenta, entra em contato com o pessoal, né? A gente consegue, aí a gente tem vários e vários programas de desconto para ONGs, né? em eh pessoas que não tm fins lucrativos, a gente consegue volumes de desconto interessante para poder ajudar mesmo a popularizar e ajudar as pessoas que realmente precisam e sente falta desse tipo de inclusão, né, Mário? É, até porque é um problema central do setor, né? E ou seja, muitos não oferecem a legenda ou às vezes oferece, mas igual você citou, às vezes faz a live pelo YouTube, a pessoa tem que clicar lá no closed caption para poder ativar a legenda. Aqui a gente tá falando de uma legenda que não pode ser desativada, uma legenda dentro da própria transmissão, legenda disponível para todos, querendo ou não, a legenda está ali inserida dentro do conteúdo.

E por que isso? Ah, mas e se eu quiser tirar legenda, é chato, gente. A gente sabe. Aí a gente pode pegar o aspecto de conversão de marketing, que nem é o nosso tema aqui. Vídeos com legenda convertem, ou seja, as pessoas retém, elas ficam no vídeo muito mais tempo do que o vídeo sem legenda. Até porque o cabo tá lá no Instagram, tá olhando alguma coisa lá.

Não tá com áudio, o cara tá no banheiro do trabalho, tá no lanche, não vai ficar com áudio uma frase de impacto ali, na hora ele prende atenção, né? É, então ele ele lê a frase ali, ele salva para ver depois. Tanto que as as legendas se tornaram praticamente padrão de todo o vídeo profissional postado. Profissional assim, de todo vídeo postado no Instagram tem a legenda ali ou teria que ter pelo menos, né? Isso muito para que não é nem pela preocupação das pessoas com a LBI, é mais paraa questão de conversão de marketing.

Nós estamos unindo as duas coisas, a nossa preocupação com a inclusão nessa ferramenta e de quebra você ainda ganha a retenção da live do vídeo no marketing, né, Mário? Justo. Muitos entendem que a questão da legenda hoje é algo opcional e não é algo obrigatório por lei, né? Muitos transmitem em português, mas esquecem do poder da globalização do conteúdo, da informação. Quantas e quantas pessoas que tem um saber notório aqui no Brasil, que são caras assim acima da média, que fazem cursos ou aulas e não tem esse tipo de coisa. Talvez a pessoa tem gravado, mas participa de podcast ao vivo.

A gente viu algo parecido com isso. Não sei se foi Yura, ou você ou Guilherme, alguém comentou comigo no flow, parece que veio um gringo no flow há algum tempo atrás e eles fizeram um negócio lá, só que foi assim, meio gambi, não chega nem perto disso aqui que que a gente fez, sabe? Eh, então assim, olha para você ver a hoje, hoje até essa tecnologia chegar, né, até esses grandes players tá fazendo gambiarra, né? Falar nisso, o o o nota aí, vou entrar em contato com ele, vou mandar mensagem para ele. O carinha do Flow fala: "Testa aí, cara".

Sim, né? E muitos também, né, Josimar? às vezes se contentam só com a publicação da ata posteriormente, como se fosse a transcrição, por exemplo, daquela daquele evento, né, daquela sessão que houve ali de repente na Câmara. Isso não é o suficiente, né? Ou seja, o suficiente é aquele que você preocupa em levar a informação da mesma forma que você leva para qualquer pessoa, em tempo real ali todos poderem ter acesso à informação, né? O setor hoje público, Josm, ele é o maior produtor de conteúdo audiovisual do Brasil, né?

Se a gente pegar, por exemplo, várias câmaras que tem, né, em cada, por exemplo, de uma dos municípios que tem hoje, né, sem contato tribunal,800, 5300 municípios, isso. Ou seja, pensa o volume de conteúdo que é produzido diariamente, justamente em prol ali da sociedade. e nada nesse caso, realmente não existe nada como a capilaridade do setor público, né, no para alcançar todo mundo, porque você tem ali uma câmara, todo mundo na cidade conhece, votou em algum vereador, conhece ali o prefeito, o vereador, então ali dentro você tem a capilaridade. Então e isso se torna essencial a, né, o cumprimento da LBI, né, Mário? justamente e principalmente agora, né, querendo ou não, que o conteúdo do setor público em função das eleições, ele vai se tornar ainda mais massivo, né, porque querendo ou não, o volume agora tende a crescer. Então essa questão da acessibilidade, ela precisa ser verificada já de imediato, uma vez que querendo ou não, é um período, vamos dizer assim, é como se fosse o período de compras do varejo, que é o final do ano, o período mais aquecido do varejo ao final do ano, Natal, vamos dizer assim, o da política, né, do órgão público, por exemplo, o período mais aquecido que o pessoal quer mais acessar as informações, que quer mais ficar atento ao que tá acontecendo, é agora o período de eleição.

Então pensa só uma parte do Brasil, por exemplo, que vai ter acesso à informação e o pessoal que precisa da acessibilidade, como que essa informação vai chegar até aí? Vai depender de alguém contar uma versão de repente ali distorcida? São 5569 municípios. Cada um tem o seu prefeito, a sua Câmara de Vereadores, sua prefeitura e tudo. Então isso que você está colocando é muito importante para que esses 5.000 municípios possam incluir, né, todas as pessoas que precisam de algum tipo de inclusão especial ali no município, né? É.

E os que tem hoje, Osma, às vezes ali é por meio de uma adaptação, é por meio de um vídeo gravado, às vezes depende de um plugin, às vezes depende do usuário ter algum aplicativo específico. Que a gente tá falando da mesma forma que o pessoal acessa o player, vamos dizer assim, do YouTube, né, que é basta acessar o navegador ali ou o próprio aplicativo. Da mesma forma, o player da sua transmissão, da sua sessão da câmara, por exemplo, ali, vai ser acessado por meio da nossa tecnologia, sem precisar de adaptações. Ou seja, o player que vai se adaptar à pessoas e não, as pessoas vão ter que se adaptar para poder ter acessibilidade, né? Então, querendo ou não, o acesso é muito simples. Ele vai continuar acessando.

Por exemplo, se o player tá no site da Câmara, vai acessar o site da Câmara e lá o player vai estar com a legenda inserida, sem precisar do usuário ativar essa legenda, sem precisar dele preocupar em ter que baixar o aplicativo exclusivo para poder ver o vídeo com a legenda. Tem os que faz, mas é obrigatório baixar aplicativo. É as soluções privadas ali que atendem governo. Mais legal de tudo, Osmar. E até mesmo nas TVs, tá? Smart TV, por exemplo.

Cara, eu acabei de ver uma pesquisa recentemente que, ó, audiência de Smart TV sobe no Brasil. Quer ver? tá batendo principalmente do YouTube. O YouTube fez, o YouTube hoje ele tá dando mais crédito, como é que ele tá dando mais pontuação para canais do YouTube. Tava estudando sobre o canal meu lá para canais do YouTube que tem mais retenção aqui, ó, nas TV, sabia? TV.

É, e muitas dessas legendas que a gente vê hoje do pessoal, às vezes até tentando essa iniciativa ou às vezes simplesmente tentando parcial para falar que está dentro da lei também. Então, acaba que hoje fica limitada a certos dispositivos. Olha para você ver, Mário, 40% da audiência das TVs hoje já esbarrou no streaming em geral. Olha que doideira. Já tá chegando perto da TV aberta tradicional.

Olha que loucura. Agora olha que perfeição o negócio, né? Todo mundo incluído aqui bonitinho numa live, né? Numa live. Ou seja, a gente não tá falando só de um dispositivo específico. Esse mesmo player, tanto na Smart TV, tanto no dispositivo móvel, em projetores, de repente ali que você for para uma sala, for colocar um projetor para passar de repente uma transmissão para um grupo de pessoas, a legenda vai estar inserida.

Por quê? Porque ela é uma acessibilidade que você não desativa, uma acessibilidade que está inerte ali ao próprio vídeo, ou seja, anexa ao próprio vídeo. E o mercado global hoje, legendas ao vivo, Josma, que envolve tanto as soluções corretas quanto até mesmo as que quebram o galho, né, vamos dizer assim, as que são parciais, foi avaliada em quase 901 milhões em 2025 e deve mais que dobrar até 2035, chegando a 2,7 bilhões com crescimento anual de 10,3%, ou seja, o mercado ele vai se adaptando e vai cada vez mais se preocupar com o conteúdo e valorizar esse conteúdo com legendo. Gente, tá aí no mercado, né, gente? também com a nossa contribuição pro mercado, né? Justamente. E o mais legal de tudo, igual eu citei até no comecinho, pro pessoal do órgão público, a gente entende, né, Josimar, que muit das vezes ali depende não só do querer, né?

Ah, mas a gente atende, se o cara querer, for atrás, aí faz o processo licitatório, coleta de preço, a gente sabe que demora um pouco mais. Mais legal que essa preocupação às vezes, por exemplo, ele tem lá um contrato de 5 anos, vamos imaginar com uma empresa que já cede o stream para ele. É, em geral esses caras contrata a empresa que câmera, aí pega o cara vai lá, bota a câmera, aí o cara fica responsável pelo stream, essa coisa erada toda. Isso aí às vezes também, Josimar, o pessoal fala assim: "Ah, mas eu vou ter que mexer, por exemplo, de repente ali com outro contrato para mesma solução". Não, a gente tá falando de soluções distintas. Um contrato no outro, justamente, né? intermediário para não ser obrigado a ah não, porque a nossa

vou ter que encerrar o contrato, por exemplo, nada disso. Você vai fazer um adendo ali, vai fazer a transmissão pra sua plataforma normal, pega o stream, coloca na sua plataforma, faz isso aqui e libera de volta ali no YouTube, onde você quiser, que é o que a gente faz hoje, né? O que a gente faz hover JMV contratado, perfeito, é só um aditivo do contrato, né, que é o mesmo fornecedor. Se não tiver, não precisa, por exemplo, se preocupar se você tem um contrato vigente, porque esse serviço ele vai complementar o seu atual. E para isso existem várias formas, né? A gente, inclusive, a gente até libera o recurso para você poder testar na sua transmissão, para você mostrar pros gestores, pros envolvidos, para que abram ali o processo, seja por dispensa, seja por licitação, para você incluir esse recurso.

É um recurso muito simples de utilizar. É um recurso que não vai trazer burocracia em termos, por exemplo, ali de contratação paraa sua câmara ou pro seu município. Tem dispensa, né? No nosso caso, o valor o valor que você vai pagar pra gente é um valor super acessível também, né? É um valor não precisa ter valor mensal, é por hora. Então assim, ah, eu vou, minha câmera faz transmissão de, sei lá, 10 horas por semana, OK?

Você vai pagar só essas 10 horas por semana, contrata um pacote horas. O pacote de horas é mais que suficiente dentro ali da da nova legislação de dispensa, né? justamente. E o recurso ele o que que ele vai fazer, tá? Do ponto frio mesmo ali da situação com a sua transmissão que você possui hoje, você vai, no caso, pegar o HLS que você possui, colocar no nosso sistema do Live Transcript. Lá mesmo você vai definir a legenda que você quer, se é português ou até mesmo se for multiidioma. A partir dali, o nosso sistema integrado com a IA que nós utilizamos, ele vai gerar a a legenda e renderizar dentro do próprio frame do vídeo.

E ali você tem a opção de saída. Inclusive, Josimar, se o pessoal quiser, ele pode até pegar essa saída já com a legenda e retransmitir nas redes sociais. É o que a gente tá fazendo, é o que a gente faz hoje, atualmente, ou seja, não fica restrito só o player da Câmara, por exemplo, né? Então a gente tem um leque de possibilidades. Tem um exemp e outra, não tem investimento em equipamento caro, nada disso.

Vou te dar um exemplo. A Assembleia aqui de Minas, o Rafael que trabalha lá, ele fez um, capitaneou o projeto aí de colocar a legenda acessibilidade. Então ele trouxe duas coisas importantes e lá tá funcionando e não tá funcionando com a nossa com a nossa ferramenta, mas eles gastaram uma baba de dinheiro para implementar equipamento lá dentro. Imagina e é legenda oculta. é o closed caption.

Então a pessoa ainda precisa entrar e ativar a legenda. Ela não é esse tipo de legenda aqui. É o Ah, e aí olha a visão, tanto que é interessante porque ela, olha, isso aqui ajuda as pessoas que precisam de inclusão, as pessoas surdas, mas também as próprias pessoas que estão acompanhando o evento na hora que precisa, não dá para botar áudio para não perder, mas tá acompanhando ali e vendo o que que tá sendo falado e tal. Então é sensacional. Só que a legenda oculta ainda, então tá um nível abaixo desse modelo de legenda que a gente tá fazendo, né? Olha, é uma legenda que não exige nenhum investimento em equipamento adicional, né?

Seu órgão público não vai ter gasto nenhum com botar servidor lá dentro, manutenção, gastar 200, 300, R$ 400.000 R$ 1.000 com isso para depois eh seja comodato ou não. E aí tem o servidor lá dentro para dar manutenção. Se precisar de suporte, o nosso caso não é tudo em nuvem o stream direto. Você passa pelo nosso stream, colocamos a legenda e te devolvemos o stream. Aí você faz o que você quiser com ele. Você pode usar igual o Mário falou, eh, a, como é que fala?

A rede social, agora a gente tá fazendo aqui, você pode usar o player direto, se for uma aula dentro de um aplicativo, dentro de um aplicativo, igual a gente já atendeu o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. Então, eh, ah, o Tribunal de Justiça vai o professor de direito, tal, tal, tal, vai dar uma aula lá, alguma coisa. Ambiente fechadinho, você trava lá, coloca segurança, ambiente fechadinho.

Pessoal, fantástico, fantástico. Negócio fantástico. Então, ou seja, acaba que com essa possibilidade, ela mesmo vai se adequar a vários tipos de necessidades dentro do próprio órgão público, seja por uma transmissão livre, seja por uma transmissão fechada. E o mais simples de tudo é configurada em poucos cliques e tudo 100% em nuvem. não precisa de instalação de software para poder pesar ainda mais a sua ilha de transmissão. Não precisa, por exemplo, do outro lado, instalação de plugins ou de aplicativos específicos, tudo nativo.

Ou seja, com o que a pessoa tiver disponível ali, obviamente conectado com a internet, ela vai conseguir assistir a sua transmissão com acessibilidade. E olha para você ver, dependendo o tipo de coisa que você transmitir, né, órgão público. Legal. Se o órgão público quiser, porque você trouxe a questão da da Smart TV. A gente trouxe que a audiência da Smart TV tá crescendo absurdamente, até pelo conforto, né?

Ah, mas aí o cara vai ter que acessar o YouTube do YouTube, ficar procurando, não encontra parará. A gente tem uma opção muito bacana para você que é que tem Câmara Municipal, que é usar o JMV Play. Se você contrata com a gente esse tipo de recurso, a gente coloca a sua Câmara Municipal, seu órgão público dentro do nosso aplicativo JMV Play. Você pode baixar aí LG, Samsung, Hoku, Apple, Android, né? E a partir do momento que você tem o JMV Play, você pode divulgar e a gente coloca ele para você sem custo. Sim,

né? Dentro do pacote, obviamente, mas você não vai pagar nada adicional por isso. E aí, seus usuários, vocês divulgam aqui, ó, quer acompanhar as sessões da Câmara, entra no JMV Play, dois clique. E importante também, né, sem aquela bagunça que é no YouTube. Anúncio, conteúdos associados. polêmica, porque no YouTube o negócio do YouTube é retenção.

Você bota lá um conteúdo de política, aí começa aqu a pessoa desvia, vai para outro caminho. Lá no JMV Play não tem isso. A pessoa vai ver o seu conteúdo lá dentro, né, Mário? Justo. Ou seja, fica algo realmente nichado, né? Algo focado ali pra pessoa simplesmente ver o que você tá transmitindo.

Isso aqui, ó. Ó lá, ó. Entendeu? Então ela entrou, tá vendo? Pronto, acabou. Sensacional.

E o mais legal de tudo que esse aplicativo ele é acessível para qualquer Smart TV do mercado. Quando eu digo qualquer, ele é nativamente compatível com Samsung LG de 2021 em diante, Smart TVs Android oficial ou até mesmo Smart TVs que usam o sistema Roku como nativo. E pr aquelas TVs que às vezes ali não tem compatibilidade por meio ali do seu ano de modelo igual Samsung LG ou qualquer TV LED que não é smart, só usar um um dispositivo mesmo, Roku ou Firestick, que também tá tudo certo. O seu telespectador vai conseguir ver a transmissão perfeitamente sem precisar trocar a TV. Ou seja, basta estar conectado com a internet, seja nativamente ou com um desses dispositivos que eu citei, baixar o JMV Play, lá vai ter uma logo de todo tamanho da sua câmara, o seu canal dentro do aplicativo. O usuário pode inclusive favoritar, Josimar, para justamente da próxima vez que ele abrir o aplicativo, tá lá no favoritos, o canal da câmera que assistindo conforto a casa dele.

Examente. Uma coisa muito importante, Mário, que o Yuri mandou aqui, é da diferença disso aqui, que é importante a gente frisar. O nosso não faz só o áudio. Isso

tá aqui, ó. Você tá vendo que a legenda está dentro do vídeo. Ela não é um aplicativo igual você trouxe. Ela não precisa de um ambiente separado, um player separado. A Legenda tá tendo o vídeo, um vídeo no formato web. Esse vídeo pode ser aberto em qualquer qualquer dispositivo, Android, iOS, smart TVs, né?

Então isso é extremamente importante falar. As soluções que tem no mercado hoje, elas não fazem isso aqui. Ou ela faz só o áudio, ou ela é closed caption, que é aquela legenda que você tem que ficar ativando. O closed caption não vai pro Instagram, por exemplo. Ah, quer fazer uma live no Instagram? Deu ruim.

Não vai pro Instagram. Pro YouTube vai. Você tem como configurar o OBS, por exemplo, a mandar closed caption pelo YouTube, né? Mas não vai pro Instagram, não vai pro Facebook, não vai pra sua própria plataforma. Aqui ela é universal. Como tem que ser uma lei de inclusão, como tem que ser uma inclusão.

A inclusão tem que ser universal ou você vai excluir as pessoas no Instagram, da sua live no Instagram, colocando elas apenas. Não, não, porque esse aqui, esse pessoal é só no YouTube. A gente não pode fazer isso. O termo inclusão por si só quer dizer que a gente tem que ter uma inclusão universal. Isso mesmo. Hoje, por exemplo, as soluções que tem no mercado se compara muito a um postite.

Já viu aquele papelzinho que você prega em cima da TV ou do sua própria tela do monitor? De repente um recado que você quer colocar ali na geladeira, né? O pessoal usa muito. A solução que tem no mercado hoje é basicamente isso, né? Você tem ali por trás o produto, que é a transmissão e na frente você tem um postite. É como se fosse um remendo, né, que você vai colocando.

Já o live transcript não. Live transcript ele veio para fixar dentro do seu próprio conteúdo. É como se fosse uma tatuagem, né? Ele vai tatuar ali a legenda dentro do seu próprio vídeo para justamente ela não ser removida, né? Por quê? para garantir acessibilidade mesmo naquelas pessoas que às vezes não conhecem, que tem aquele botão do closed caption ali. Às vezes a pessoa vai só abrir a transmissão para poder assistir, não vai se preocupar se tem ou não, vai ver que não tem e vai desligar, porque ela vai se sentir que aquela transmissão não é acessível para ela. Então, ou seja, o seu objetivo é facilitar para qualquer pessoa para que assim que ela se deparar com a sua transmissão, ela já vê que é uma transmissão com acessibilidade.

E digo mais, tá? pra gente fazer uma comparação aqui direta com o que tem hoje em solução comum e o live transcription. Para ficar ainda mais claro, o que tem hoje são legendas sobrepostas no navegador. Muuit das vezes live transcript não é renderizada no seu próprio conteúdo. E quando depende do navegador, né, Mário, aí você depende de ter o device para usar, não é todo device, não é versão do navegador compatível, tem que ficar pedindo, não é inclusivo, acredite, nós somos da tecnologia e a gente sabe que esse negócio não é inclusivo, dependente de plugins ou dispositivos específicos, independentemente aqui o nosso qualquer dispositivo com o player que a gente liberar, com a legenda já é acessível, tá?

Limitação de dispositivos no que tem hoje atualmente, né? funciona somente se for no dispositivo tal. O nosso não. O nosso funciona em qualquer dispositivo conectado com a internet, tá? Seja móvel, seja computadores, desktops, smart TV, qualquer um ali vai ser compatível. Legenda se perde ao gravar, né? Muit das vezes hoje, né?

O pessoal faz a transmissão, tem lá o closed caption, a gravação, por exemplo, não fica com, por exemplo, ali a legenda. O nosso não mesmo. A gravação, ela já também vai ter a legenda. Ou seja, você não vai ter aquele trabalho, né, de depois ter que editar o vídeo para colocar legenda. Nossa, isso é um ganho absurdo, porque a gente pega uma live nossa dessa aqui. Sim.

Beleza. Eh, Yuri, Captut aceita live de uma hora? Não, acho que não. Não, que é os os aplicativos mais populares de legendar nem 25 minutos. Nem 25 minutos.

Pois é. Então, os aplicativos mais populares hoje, eles não aceitam uma sessão inteira de uma Câmara Municipal, que às vezes são horas, horas, por exemplo, a maior câmara municipal do país é cliente nosso, né? A Câmara Municipal de São Paulo de 3 horas, não, os vídeos da Câmara de São Paulo são assim, 20 GB, 25 GB, é doideira, né?

Muito longa também. Então são sessões longas. Agora imagina o servidor ter que assistir. Tem servidor só para isso lá. Servidor que eu falo servidor público, não é um servidor de hack e tal.

Viu, gente? Então agora imagina esse cara fazendo isso. Se a gente pode, aí vem a questão da live transcription. Além dessa questão da inclusão, a economia é absurda de tempo. Sim. Porque ele já salva o vídeo legendadinho para você poder colocar onde você quiser a pessoa assistir depois na galeria.

Até mesmo time, né, Josimar? Tá? Às vezes a pessoa não poôde ver ao vivo, mas vai levar uma semana para aquele conteúdo chegar acessível para ela no nosso não. Não, o cara não vai editar um vídeo 4 horas e um dia e postar imediatamente, né? Perder o time ali do do negócio. E Mário, e digo mais, eu não sei se já coloquei na landing page, né, do live transcription. Deixa eu ver aqui.

RTMP Pararã Record não coloquei ainda. Alto vertical formar. Não é, mas não tá muito não. Preciso dar uma melhorada no É porque a gente é um recurso que tava em desenvolvimento. Sim. Geração de cortes e shorts automaticamente com uma live.

Caramba, só editor de vídeo sabe o que que a gente tá falando. Quem não, não vamos falar 4 horas. Pega um vídeo de uma hora e vamos cortar esse vídeo. Quantas horas a gente vai gastar para selecionar os melhores momentos vídeo e colocar a legenda. Essa live gravada, você pode exportar os shorts, né, exportar os melhores momentos e mais louco mudar o estilo da legenda, porque aqui a gente tá com a legenda basiquinha, que é a legenda padrão para acessibilidade, viu, gente? Essa legenda aqui ela é proposital, que ela é legenda padrão de para acessibilidade.

Eu não posso ficar colocando um monte de corzinha, um monte de coisa que eu saio fora da normativa, tá? Agora a legenda que você vai exportar aí você pode exportar aqueles pulhinhos bl, porque a coisa erada lá bonitinho, cor, de acordo com identidade visual da sua câmara, do seu órgão público, e embaixo, em cima, no meio, tamanho da fonte, do jeito que você quiser. Manda, manda gerar, vai tomar um café, vai fazer outra coisa, volta daqui uns 40 minutos, porque uma hora para processar vai demorar, né? Demora um pouco qualquer aplicativo, não só o nosso. Depois você volta, tá lá os cortes. Ah, mas como assim os cortes?

Só corte para Rios, porque eu sou câmera, não vou ficar postando Ross e fazendo marketzinho, não. Ele gera corte tanto vertical, se você quiser postar Instagram e tal, quanto corte horizontal. Aqui, ó, talvez você quer apenas postar os melhores momentos sem postar um vídeo de 4 horas, igual a Câmara de São Paulo. Você quer os cortes dos melhores momentos, né? Você pode, vai postar apenas o corte horizontal.

Então, a gente tem tanto o corte dos melhores momentos quanto o corte, a transformação em ress, né, que a galera usa para poder postar. Ou seja, é um recurso que te entrega acessibilidade não só pra transmissão, mas como também pro pós transmissão, que é para quem não pôde acompanhar a transmissão ao vivo e principalmente pros shorts, que são aquelas pessoas, por exemplo, que vão acompanhar ali determinados trechos nas suas redes sociais, né? E um ponto importante também é que a gente tá falando de aplicações práticas, né, Josimar? Ou seja, a gente tá trazendo aqui casos de uso que são práticos e que já deveriam todos estar aí, por exemplo, com a acessibilidade incluída. Audiências públicas, por exemplo, são por determinação, hoje, por definição, o momento até mesmo em que a população mais participa das decisões do governo. Quando eu digo mais participa, ela se intera do que que tá sendo ali as decisões do governo.

E pensa se um cidadão que depende de acessibilidade no momento ali que tá havendo uma decisão que bom, hein? Relacionado da vida dele, pensa decisão de legislação relacionado acessibilidade, ele não consegue acompanhar, não consegue acompanhar, não consegue participar. A audiência em si, ela vai perder o seu principal propósito, que é a democracia, né? Ou seja, a audiência ela parte do Não tinha parado de pensar nisso.

Sensacional, Mário. Olha para você ver, gente. Não, e assim, a gente tem as legislações federais, que são as que mais da Bafão, né? Aí a gente tem as legislações estaduais que tem lá seus bafão, e as as legislações municipais, sim, né? As federais, como o governo federal tem grana, tem lá libras, né?

Tem um pouco de acessibilidade, essa já mais cara, né? que o pessoal mete servidor lá dentro. A gente sabe disso, gente, porque a gente participa de processo licitatório e o da Câmara Federal é é o nosso sonho de consumo. Assim, a gente não pegou ele ainda não, mas a gente tem um sonho de consumo de pegar o da Câmara Federal. São alguns milhões de reais, sabe? É uma grana preta que gasta lá com isso. Agora o município, a Câmara Municipal de Município tem essa grana preta?

Muitas vezes não tem isso, né? Então vai aí ele vai votar. Nossa, sensacional. Esses 5.600 municípios aqui vão votar, vão criar alguma lei local, né, paraa realidade local de acessibilidade, algum parque, alguma coisa nova.

E a pessoa não pode participar porque não a nossa assim, é até deixar a gente sem palavra, né? Até de dar um nó na garganta assim que a própria pessoa que precisa tanto daquele recurso não pode participar porque os vereadores não se preocuparam com a acessibilidade da pessoa que ela tá voltando a lei para ela. Isso é loucura. Aí é doideira. Aí fica dependente ali da pessoa que está depois ter que passar essa informação, ou seja, não é ou perder o time, a votação é agora.

Audiência pública, poxa, a audiência pública é um negócio que rola no momento ali, né? Você poder falar e naquele momento, perder o momento, não tem outra audiência pública. Se a pessoa não pode acompanhar para poder se manifestar, como que vai fazer? É, e levando ainda para uma outra espera, né? A gente tá falando de câmaras aí, né?

A gente também tem um exemplo clássico que precisa ou até mesmo os que já adotam. Aqui a gente tem até um um exemplo de um desses órgãos que já adota, que o Yuri colocou aqui pra gente, é o judiciário, né? Muit das vezes o judiciário hoje transmite julgamento de interesse público, né? Muit das vezes. E a linguagem jurídica por si só, ela já é uma linguagem complexa por natureza. Agora pensa, por exemplo, a questão da acessibilidade, uma pessoa que às vezes ali não tem eh todos ali, vamos dizer assim, eh a disponibilidade para estar acompanhando ali com a mesma disponibilidade que uma outra pessoa tem.

Se já é uma linguagem mais complexa até para quem não possui a questão da necessidade, imagina para quem tem e não tem o principal recurso que é voltado para ela, que é a acessibilidade. Então, ou seja, sem a legenda, o conteúdo ele é simplesmente inacessível, tá? E hoje um exemplo que o Yuri colocou aqui pra gente de tribunal que já adota essa questão da legendas em seus vídeos oficiais, outros tribunais já estão correndo atrás também e pode ter essa corrida facilitada com o recurso do live transcrito da JMV é o pessoal do Tribunal de Justiça de Rora, que já adora o processo à acessibilidade em todos os seus vídeos oficiais. Isso é muito legal porque é uma preocupação que começa através do poder público, obviamente visando o seu melhor telespectador, que é o cidadão mar. Mas aqui, ó, galera de Câmara Municipal sabe como é que é, né, gente?

Vai do judiciário, aí vai começar o judiciário. A hora que o judiciário tiver, adivinha o que que vai acontecer? Descendo em cima para baixo a ordem de botar nas câmaras? Só vem a pancada. Obrigação legal, né? É porque é uma obrigação legal.

A partir do momento que ninguém tá cumprindo direito, todo mundo faz vista grossa ali, deixa passar os exemplos, né? Do exemplo ali para baixo. Mas nem vista grossa vai. É o tempo de adaptação. De fato, é uma tecnologia que para você ter ideia, a gente lançou isso faz poucos meses.

É uma tecnologia difícil mesmo, uma tecnologia cara, né? Eh, não tem no mercado esse tipo de tecnologia. Então, realmente o pessoal tá no período de adaptação, né? Agora, assim que, principalmente o Tribunal de Justiça, né? Justiça não falta dinheiro de jeito nenhum.

Lugar abençoado, ali tem dinheiro, viu? Aí quando os Tribunais de justiça tiver com isso, ah, vai descer ordem para baixo, Câmara Municipal. Aí a hora que as Câmara Municipal tiver todo mundo com acessibilidade, adivinha o que vai acontecer com você do setor privado, meu amigo de escola, faculdade online, aulas online, eventos privados online. Adivinha que que vai acontecer? Adivinha. Isso é igual você citou a questão do evento, Josimar.

E é justamente também uma pauta aqui que, por exemplo, coletivas de imprensa, comunicado de autoridades, do mundo, só se ativar lá o closed caption. Caramba, tinha que ativar o closed caption, velho. Devia ter ligado lá na CBF, se eu não me engano, tinha o Libras lá. Tinham Libras, né?

Ah, não. Então, ativava o closed caption ou Libras. Ok. E mas assim, todas essas situações, né, coletivas, comunicado, tudo isso pode e deve ter as legendas renderizadas no vídeo justamente para levar essa informação a todos de forma não imparcial, mas tipo assim, parcial para todo mundo, né? Ou seja, todo mundo com o mesmo direito, independente se precisa ou não da acessibilidade. Isso tem que ser pensado para um todo, né?

E não só paraas pessoas, por exemplo, que não tem a necessidade, até porque muit das vezes a pessoa que tem a necessidade, ela deixa de ver o conteúdo justamente pensando que não vai se preocupar com ela. Então, ou seja, isso precisa mudar, né? Você precisa sempre trazer a preocupação em primeiro lugar para as pessoas. É muito bom a gente ver o olhinho brilhando da pessoa quando ela é incluída numa coisa que normalmente ela não participa. É, normalmente ela, tipo assim, vê que não participa e muit das vezes ela nem procura mais porque a partir do momento que ela viu que ela não tá incluída, então acaba que isso você gera um bloqueio muito grande da informação, aliás, você gera o bloqueio total, porque essa informação não chega da forma que precisaria chegar para as pessoas. Não, cara, olha, vamos trazer um exemplo nosso aqui, né?

A gente quando é criança e tal, todo mundo algum dia já foi excluído de alguma turminha, certo? Sim. a turminha lá, aquela turminha não queria acontecer, você tinha sua turma e aí tinha outra turminha lá, né? Todo, em geral, a maioria das pessoas já passaram por isso. Agora imagina essa pessoa que passa por isso a vida inteira, né? Então imagina o quão feliz assim, nossa, assim é sem palavra, né? De verdade.

Eu acho que igual eu comentei, né? Para mim é é e eu sinto muito isso porque eu tenho, né, na família, então, mas é sensacional assim, sabe? De verdade você pensar o contexto inteiro da vida de uma pessoa que não participa nesse mundo digital que a gente tá, o mundo acelerado, vídeo para caramba, todo mundo fazendo live e a pessoa deixa a pessoa acompanhar. Talvez a pessoa só tem, né, uma deficiência auditiva ali, uma pessoa inteligente, trabalha altiva referente às coisas todas e ela simplesmente tem que ficar naquela luta para entender que que tá acontecendo, né? Isso aqui traz uma melhoria dramática, né, de vida aí para para esse para esse público, né, Mário? é trazer um ponto agora mais formal aqui, Josimar, sobre a Lei Brasileira de Inclusão, a LBI, número 3146/2015. Artigo 53 estabelece que a acessibilidade é um direito que garante a pessoa com deficiência de viver de forma independente e exercer o seu direito.

E o artigo 42 diz que a pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo, ao lazer, em igualdade de condições. Isso inclui acesso à comunicação. E digo mais, tá tramitando na Câmara e amplia as exigências de acessibilidade a PL 3503/2019, determinando que portais e serviços online de órgãos públicos disponibilize ferramentas de acessibilidade, incluindo legendas e tradução de Libras, ou seja, não só Libras, mas também legendas, né? Ô, ô, Yuri, para eu não esquecer, pega essas legislações, por favor, e vamos fazer corte disso aqui, colocar na tanto no site, citando o PL e tal, atendimento, órgão público, pra gente poder chegar em mais pessoal de governo, por mais que a gente tenha o ativo aqui, né, contato com o pessoal, mas para o pessoal da busca também. E o legal, né, Jomar, que muit das vezes assim, Libras é uma das preocupações legais, mas a legenda ela não deixa de ser menos ou mais importante que o Libras, né? Ou seja, elas caminham juntos, né?

Até porque, por exemplo, a legenda ela garante até mesmo a questão do foco da pessoa, né? Ou seja, a questão da busca posteriormente, né? Até porque o nosso recurso ele tem também a transgressão. É, aí a gente traz todas as vantagens do negócio desse. Primeiro, acessibilidade, né? A inclusão do pessoal que tá assistindo ao vivo.

Segundo tem aquele, acho que em São Paulo chama poupa Tempo, né? É, aqui é o A. Então, tem o poupa tempo de servidor público para poder editar os vídeos depois já legendados para seguir a legislação, né? Terceiro, gerar cortes, gerar shorts, né? Não só a legenda do vídeo inteiro,

mas cortes, shorts do vídeo legendado, tudo no mesmo ambiente. Você precisa daquela gambiarra, baixa uma coisa, pega outra, organiza que PT que dá nada, né? E agora essa questão aí que você trouxe, Mari, ih, rapaz, fugiu, fugiu aqui a da transcrição em texto pro pessoal poder buscar trechos específicos da live. É dentro do nosso aí, obviamente já é dentro do nosso player. Sim,

né? Aí você usando o player nosso da transcrição ao vivo, você tem uma opção. Então a live lá do Isso serve até para acervo, viu, gente? Aervo, tá? Aí tem uma live lá dos do do da Câmara de São Paulo que a gente transmitiu 4 horas ao vivo. Sim.

A pessoa quer pesquisar um texto específico que alguém falou uma palavra-chave. Pensa como é que você vai encontrar aí se não tiver [risadas] a transcrição. E outra, a transcrição anexada ao tempo do vídeo. Não adianta só saber que falou, mas que momento que falou aquilo? Sim, né?

Então, olha para você ver a importância disso, né? Isso é, isso é sensacional, assim, é, é um recurso muito, muito bacana e deu trabalho fazer, viu, gente? Nossa senhora. E gasta para fazer GPU, data center, vou te falar, viu? Mas muito bom recurso, né, Mário? Hum demais.

E, ou seja, voltando pro ponto do live transcript, né, Josimar, hoje um dos maiores medos do setor público é justamente a complexidade técnica. E muit das vezes ali até parte dentro do próprio nicho ali, né, do órgão, ai não vamos mexer porque isso aqui tá dando certo, vai ser complexo de implementar, vai ser algo a mais que a gente vai ter que fazer. Não, gente, a gente tá falando aqui de uma solução simples, pouco diferente do que você faz hoje, né? O que você faz hoje normalmente, né, o pessoal lá da ilha de transmissão tem lá se o seu servidor de stream, muit das vezes um servidor privado, né, e até mesmo por questão de censura, que normalmente envolve ali a questão da própria o próprio órgão público, né? Alguns ainda transmitem pelo YouTube, é OK, mas o cenário é mesmo. O nosso cliente lá, a Câmara de São Paulo, ele transmite pra gente e pro YouTube ao mesmo tempo.

Faz as duas transmissão ao mesmo tempo, porque tem objetivos distintos, né? Não precisaria, poderia usar o restream lá, mas talvez eles nem sabem disso. Então é, mas assim, muit das vezes o pessoal se esbarra na questão e ah, vai ser complexo, mas não. No caso, hoje você vai seguir fazendo o que você já faz, né, configurando sua ilha de transmissão lá da mesma forma. A diferença que é para passar por meio do nosso live transcrito, você vai pegar a saída da sua transmissão atual hoje, jogar lá no nosso painel, é uma dashboard que você vai acompanhar ali, inclusive até mesmo depois, posteriormente ali que ocorreu o seu a sua live, vai ficar lá gravado o arquivo para você poder ter acesso ao download ou até mesmo a essa busca da transcrição que a gente citou ou até mesmo para você gerar shorts de acordo ali com o produto que você adquirir, tá?

Então, ou seja, o processo é muito simples, né? você vai seguir fazendo o que você já faz e usar o nosso painel do Live Transcripar a sua transcrição. Claro que ali a gente vai liberar para você o link de saída, seja para você usar no seu player próprio, no seu aplicativo próprio, como for, ou até mesmo usando o nosso player, que a gente vai ser dele para você, para que você possa ter lá no seu site, diretamente nele a sua live já com a transcrição. Ou seja, é um passo a mais que você vai dar para poder garantir a acessibilidade e incluir todas as pessoas que têm direito à informação que você tá transmitindo. É, Mário, que e assim uma adendo, a gente tá falando de acessibilidade, inclusão, mas esse tipo de ferramenta aqui, ela ajuda absurdamente na velocidade de produção de conteúdo como um todo, né? Como um todo, né? Então eu mesmo gravo vídeos, a gente grava aqui, ó, olha para você ver.

Então isso traz uma facilidade muito grande, porque você pode talvez não querer transmitir o vídeo ao vivo, mas você transmite para cá e não manda para lugar nenhum. Aqui o vídeo fica salvo. A partir daqui você pega o corte, já tá para postar qualquer hora, já tá com a legenda. Quero gerar shorts. Já pega e já gera o shorts com a legenda. Então, olha que doideira, a gente faz uma produção de conteúdo baseado na estrutura live, sem precisar de outra estrutura, outra preparação, outro cenário, outra câmera, outro tudo.

E aqui é o que eu faço. Eu, pessoa física, hoje tô usando a estrutura live que a gente tem para fazer conteúdo, pessoa física rápido, porque se dependesse de ir para estudo, lembra? Gravar, editar, cortar, cada vídeo a gente não tem equipe, não tem braço para fazer estudo. É muita coisa que a gente faz, né, mano? Ou seja, com o recurso do Live Transcript, você consegue aproveitar de tudo da sua live, ou seja, seja propósito, seja para corte, seja para pesquisa, é como se fosse o mercado alimentício, né? Tudo se reaproveita, né, de alguma forma, da mesma forma com live transitando o vídeo de toda forma possível façil localização de área de espaço, eh, fácil localização de que hora alguém falou alguma coisa por texto, geração de short, seja ele shorts ou cortes horizontais, inclusão.

Então, é uma ferramenta. Ah, e tem o editor também, tem editor ainda, aí, mas assim, é um editor simples, tá gente? É um editor via, né? A gente sabe, quem é mais técnico sabe o que acontece quando você abre um vídeo de 4 horas no editor web, né?

É, ele é, mas assim, é, depende da máquina também, viu? Se for uma máquina parruda ali, abre lisinho, igual um Mac meu, abre belezinha dentro das proporções, né, J? É, Mac, abre liso, mas tem um editor dentro da ferramenta que talvez, ah, eu quero cortar igual o nosso aqui, né? 30 minutos de vinheta inicial e a vinheta final. Você corta no editor aqui.

Facimho, gente. Editor facinho de mexer. Manda exportar, vai para lá, depois te manda o e-mail a hora que tiver pronto, tá pronto, né? Muito. Tem mais esse recurso também que eu tinha esquecido. Justamente.

E a acessibilidade bem feita hoje, Osma, ela gera um retorno intangível, tá? credibilidade, imagem institucional e principalmente inclusão real do seu conteúdo. Ou seja, é um investimento que você faz para você ter um retorno intangível e, principalmente gerar ainda mais credibilidade pro cidadão que acompanha ali o seu órgão público. E, obviamente, incluindo todos esses cidadões, independente se são cidadãos com ou sem necessidade, todos vão ter acesso à informação da mesma forma e o mais importante, no mesmo timer, né? você todos ali com o mesmo direito da informação em tempo real que ela estiver sendo ali disponibilizada. Muito bom. Eh, Mário, eu acho que assim, quem quiser saber como funciona, pode entrar em contato com a gente, 1140638923, WhatsApp, telefone, a gente tem o maior suporte do Brasil para ajudar nossos clientes. Se você que tiver dúvida, quiser fazer uma poque, o Mário tá aqui.

Mário libera uma POC para você testar gratuitamente, né? sete dias por semana a gente tá aqui, tá? Segunda a segunda sempre tem alguém para poder te ajudar, né? Por mais que a gente gosta muito de inteligência artificial, mas a gente acredita que o calor humano, né? O atendimento humano, principalmente esse tipo de recurso, que é um recurso de alta tecnologia, né? Um recurso diferente, novo, as pessoas precisam entender como que ele funciona para poder usar, apesar de ser super simples de utilizar.

A po nada mais é só para você testar na prática com a sua live, você ver ainda como é você vai gerar uma live, passar o link pra gente, vai arrumar e soltar o output ali para você poder ver. Questão de 10 minutinhos, sua po já tá realizada, ou seja, muito rápido, muito fácil de utilizar. Não vai te tomar tempo você da Câmara, você TI aí do órgão público, que seja qualquer um deles, se quiser conhecer a solução, levar essa pauta para poder garantir a acessibilidade no conteúdo de vocês, se tornar referência naquilo que vocês fazem. Só entrar em contato aí com a JMV, me procura ou procura o nosso time pra gente poder agendar essa po, se você quiser testar sozinho, live ifentranscription.com.

Por mais que o site tá lá em inglês, né, ele é um site que tem o idioma português para usar lá, você vai usar ele normalmente em português também, né? E por lá você pode gerar uma URL RTMP se você quiser ainda, tá? Uhum. Por lá você pode transmitir direto pra plataforma. Ah, não, não quero usar outro stream, quero usar o de vocês, pelo menos para testar. Você gera.

Você pode copiar o RL e colar lá. Tem uma versão nova agora que você pode subir um vídeo, se quiser usar um vídeo de exemplo também para subir. Dá para subir, mas isso é outro departamento, né? E você pode gerar o URL pro seu OBS lá. Você clica, gera o URL do OBS, igual você gera no YouTube. Mesma coisa.

Você clica, gera o URL, conecta no seu OBS, faz a transmissão ao vivo já com a legenda. Já com a legenda. Então lá tem 30 minutinhos grátis para você poder testar. Você quiser testar aí de madrugada, um horário que não tem ninguém aqui, porque a gente não soma 24x7, tem gente 7 dias por semana, mas é das 8 às 10 da noite de segundo da sexta, sábado e domingo, das 8 até 2 da tarde no sábado e meio-dia no domingo, né, Mário? É isso aí. E para você que tá chegando agora, conhecer o nosso podcast hoje, já deixa aí o seu like, comenta aqui embaixo se tiver dúvidas, compartilha esse episódio aí com pessoas do meio de órgão público, trabalha, né?

Se você não trabalha, compartilha com um amigo que trabalha, porque isso você vai estar ajudando não só a Câmara, mas principalmente qualquer cidadão aí da sua cidade. É o a questão maior mesmo é ajudar as pessoas, né? Incluir as pessoas aí que ainda não tem esse tipo de acesso, né, Mário? Perfeito. A gente encerra por aqui. Eu sou o Mário Sérgi da JMV.

Te espero aqui do outro lado da plataforma pra gente poder liberar o seu teste, você conhecer a solução e boa semana aí para vocês, né? É isso aí, galera. Grande abraço. Obrigado. Dúvida a gente tá à disposição. Sugestão, melhoria, porque nós somos empresa parceira.

Boa semana. Abraço. Tchau.

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