Resposta rápida

Globo, G1, UOL, R7 e A12 não mostram sinal de WordPress (verificação de 02/10/2026; os quatro primeiros reconferidos em 08/10/2026) — e isso não é motivo para aceitar um sistema próprio da agência. Eles têm time de engenharia para manter o que construíram; a sua empresa provavelmente não. A pergunta que decide é quem vai manter o site no ano que vem. O WordPress está em 40,1% de todos os sites e em 58,6% dos sites com sistema de conteúdo conhecido (W3Techs, 08/10/2026).

A agência apresenta a proposta: o site vai ser entregue no sistema dela, “mais rápido e melhor que WordPress”. Do outro lado, alguém responde com a frase que circula há anos no mercado: “exija WordPress, até a Globo usa”. Os dois argumentos têm um problema. O primeiro esconde uma dependência. O segundo é falso — e dá para conferir em poucos minutos, sem instalar nada.

Este texto faz a conferência, mostra o procedimento para você repetir e depois chega ao argumento que sobra de pé, que é mais simples e mais útil do que o folclore.

O teste que derruba o argumento mais repetido do mercado

Um site em WordPress deixa rastros que qualquer pessoa enxerga do navegador. São quatro verificações:

  1. Código-fonte. Abra a página, clique com o botão direito em “Exibir código-fonte da página” e procure (Ctrl+F) por wp-content, wp-includes e wp-json. São as pastas e a rota padrão do WordPress; num site feito nele, aparecem repetidas vezes.
  2. Meta generator. No mesmo código-fonte, procure name="generator". Muitos sistemas se identificam ali.
  3. Rota de login. Digite o endereço do site seguido de /wp-login.php. Em WordPress, abre a tela de login (ou um redirecionamento para ela).
  4. Cabeçalhos de resposta. Nas ferramentas do desenvolvedor (F12), aba “Rede”, clique na primeira requisição e leia os cabeçalhos server e via. Eles dizem que infraestrutura respondeu.

Para saber como é um resultado positivo, o teste foi feito primeiro num site que é WordPress sem discussão: o blog de notícias do próprio projeto, wordpress.org/news. Em 08/10/2026 o código-fonte trazia wp-content, wp-includes e wp-json repetidas vezes, a meta generator declarava “WordPress” com o número da versão, e /wp-login.php levava à tela de login. É isso que se procura.

Depois, os cinco portais que costumam entrar na frase “até eles usam”:

Verificação da página inicial de cada portal, feita em 02/10/2026 e repetida em 08/10/2026. Os cabeçalhos são os que o servidor devolveu na data.
Portalwp-content / wp-includes / wp-jsonMeta generator/wp-login.phpCabeçalho
globo.comnenhumnão tem404 (página não encontrada)via: 2.1 KubeCache
g1.globo.comnenhumnão tem403 (acesso negado, sem tela de login)via: 2.1 KubeCache
uol.com.brnenhumnão tem404 (página não encontrada)server: marrakesh 1.25.0, atrás de CloudFront
r7.comnenhumnão tem404 (página não encontrada)server: openresty
a12.comnenhum (02/10/2026)não tem (02/10/2026)404 (02/10/2026)server: gocache

Nenhum dos cinco apresenta sinal de WordPress. Os cabeçalhos apontam infraestrutura montada pelas próprias empresas ou por serviços de distribuição de conteúdo — e é só isso que eles dizem: cabeçalho não revela em que linguagem o sistema foi escrito, e este texto não vai adivinhar.

Três limites do teste, para ninguém ler mais do que ele diz.

  • Ele olha a página inicial. Não diz nada sobre cada blog, hotsite ou projeto de um grupo de mídia inteiro.
  • Ausência de sinal não é prova matemática. Dá para esconder os rastros do WordPress de propósito. O que o teste mostra é que nenhum dos cinco se apresenta como WordPress — o suficiente para derrubar a frase “a base deles é WordPress” dita como fato conhecido.
  • Um 403 não prova nada sozinho. Em 08/10/2026, a requisição automatizada ao a12.com foi barrada pelo firewall do serviço de cache antes de chegar ao site (“Acesso bloqueado”). Por isso a linha do A12 traz só a data em que a página foi lida num navegador comum, 02/10/2026. Se o seu teste devolver 403, repita no navegador antes de concluir qualquer coisa.

A frase também não é mais novidade para as ferramentas de busca. Na pesquisa desta pauta, em 02/10/2026, a resposta automática do Google (a “Visão geral criada por IA”) foi perguntada se os grandes portais brasileiros usam WordPress e respondeu que isso é “um mito comum no mercado de tecnologia”. O detalhe é a fonte: o único lastro apresentado para falar dos portais era um post de 2014 cujo tema é listar sites famosos que usariam WordPress — ou seja, a resposta negava o mito citando uma página que o afirma, sem nenhuma medição própria. A conclusão coincide com a deste texto; a diferença é que aqui o procedimento está na tela e você pode repeti-lo. (Resposta de IA é um instantâneo: muda com a pergunta, com a conta e com o dia.)

Então por que exigir WordPress?

Se os grandes não usam, o argumento “use porque os grandes usam” cai. E ainda bem, porque ele sempre apontou para a pergunta errada. O que os grandes fazem não ensina nada a quem não tem a estrutura deles. A pergunta certa é: quem vai manter este site no ano que vem?

Um grande portal mantém sistema próprio porque tem equipe própria para isso. Uma empresa que contrata uma agência para fazer o site está, por definição, na situação oposta: não tem quem mantenha. Se o sistema é da agência, a manutenção também é — para sempre. Trocar um banner, criar uma página, corrigir um erro: tudo tem um único fornecedor possível, que define o preço e o prazo.

É esse o argumento do episódio do podcast Café & Tech que originou este texto, publicado em 4 de abril de 2024. Josimar Machado, CEO da JMV Technology, formula assim a regra para quem vai contratar:

"Eu quero que meu site seja baseado em WordPress, porque você não vai ficar refém de ninguém. Se essa agência te abandonar, qualquer desenvolvedor em começo de carreira ajusta seu WordPress."

O WordPress cumpre esse papel por dois motivos verificáveis. Primeiro, é software livre: o código é distribuído sob a licença GPL, que garante a qualquer pessoa o direito de usar, estudar e modificar (wordpress.org/about/license). Não existe “dono” que possa tirar o sistema de você. Segundo, é o sistema de conteúdo mais usado da web — o número está na próxima seção —, e isso significa oferta de profissionais: achar quem dê manutenção não depende de uma empresa específica.

Repare no que o argumento não diz. Não diz que WordPress é mais rápido, mais seguro ou mais bonito que qualquer outra coisa. Diz que ele é substituível de fornecedor. Vale o mesmo raciocínio para qualquer base aberta e bem difundida; o WordPress é só o caso mais comum.

WordPress também pode virar site fechado. A base aberta não protege sozinha. Se a agência fica com o único usuário administrador, hospeda o site numa conta dela, registra o domínio no nome dela ou amarra o layout a um componente que só ela tem, você está tão preso quanto estaria num sistema próprio — só que com um logotipo conhecido no rodapé. Por isso a lista do contrato, mais abaixo, importa tanto quanto a escolha da tecnologia.

40,1% ou 58,6%? Os dois números do WordPress, e por que tanta gente erra

“Mais da metade da internet é WordPress” é a outra frase que acompanha a conversa. No episódio de 2024, a fala chega a citar uma faixa de 60% a 67% “dos sites do mundo”. A fonte que mede isso todos os dias é o W3Techs, e ela publica dois números, que quase sempre são confundidos:

"WordPress is used by 58.6% of all the websites whose content management system we know. This is 40.1% of all websites."

— W3Techs, “Usage statistics and market share of WordPress”, consultado em 08/10/2026. Em 02/10/2026 a mesma página marcava 58,7% e 40,2%; os relatórios são atualizados diariamente.

Os dois números do W3Techs em 08/10/2026 e o que cada um mede.
NúmeroO que medeComo dizer certo
40,1%Fatia de todos os sites pesquisados“Quatro em cada dez sites usam WordPress.”
58,6%Fatia entre os sites que usam algum sistema de conteúdo identificado (participação de mercado)“Entre os sites com sistema de conteúdo conhecido, quase seis em cada dez são WordPress.”

A diferença sai de uma conta simples. Na mesma data, o W3Techs informava que 31,6% dos sites não usam nenhum dos sistemas que ele monitora. Sobram 68,4% com sistema identificado — e 40,1 dividido por 68,4 dá os 58,6%. Quem diz “quase 60% dos sites do mundo” pegou o número do segundo grupo e aplicou ao primeiro.

Nenhum dos dois chega a 60% ou 67%. E nenhum dos dois precisa chegar: 40,1% de todos os sites, com o segundo colocado da tabela geral do W3Techs em 5,4%, já sustenta o que interessa ao comprador — é a base com mais gente no mercado sabendo mexer. A mesma página do W3Techs traz ainda um terceiro percentual, o da distribuição por versão do WordPress; ele tem outra base de cálculo e não deve entrar nessa conversa.

Quando a plataforma própria é a escolha certa

Sistema sob medida não é erro em si. Os portais da tabela acima são a prova de que ele funciona — para quem tem as condições. A plataforma própria faz sentido quando pelo menos uma destas é verdadeira, e de preferência mais de uma:

  • Você tem equipe interna permanente. Desenvolvedores na folha, que vão continuar lá depois da entrega e respondem por atualização, segurança e correção. Não vale “a agência cuida”: aí a equipe é dela, não sua.
  • Existe um requisito que nenhum sistema pronto atende. Verificado de verdade, não presumido: um fluxo de publicação, uma integração ou um volume que os sistemas abertos não resolvem nem com extensão.
  • O site é o produto. Quando a tecnologia é o que a empresa vende, mantê-la em casa é atividade-fim, não custo acessório.
  • O contrato entrega o código-fonte e a documentação. Com os dois na mão, um sistema sob medida deixa de ser fechado: outro time pode assumir. Sem eles, é aluguel disfarçado de compra.
QUEM VAI MANTER O SITE NO ANO QUE VEM? equipe interna permanente desenvolvedores na sua folha plataforma própria é uma opção é o caso dos grandes portais sem equipe, mas o contrato entrega código e documentação sob medida é possível, com risco outro time precisa conseguir assumir o que foi entregue sem equipe e sem código a manutenção é de quem fez base aberta, com os acessos no seu nome WordPress é o caso mais comum
A decisão sai de quem mantém o site depois da entrega, não do que os grandes portais usam.

Uma padaria, um escritório, uma escola ou uma emissora local raramente se encaixam em qualquer um desses pontos. Para esses casos, a proposta de “sistema próprio da agência” resolve um problema da agência — reaproveitar o que ela já tem — e cria um para o cliente.

O fornecedor que matou o próprio sistema

O conselho do episódio vale mais pelo que vem logo depois dele. A JMV é uma empresa de tecnologia, com desenvolvedores na casa — o perfil de quem poderia manter um sistema próprio. E conta, no próprio episódio, que desistiu do seu. O que segue é relato da JMV sobre si mesma, feito por Josimar Machado em abril de 2024; não há fonte pública independente para conferir, e está registrado aqui como relato.

"Pagar alguém para desenvolver um site do zero usando tecnologia própria: não existe isso mais. A gente tá em 2024, você não vai fazer isso. E eu vou te falar por quê — a gente vai fazer o nosso meia-culpa agora. Nós tínhamos um CMS próprio até três meses atrás, dois meses atrás."

O sistema era o Frame Sites, descrito no episódio como um construtor de sites que a empresa desenvolveu para rádio, web rádio, TV e web TV. (CMS é a sigla em inglês para sistema de gestão de conteúdo; “CMS proprietário” é o mesmo que plataforma própria.) Os motivos da desistência, nas palavras dele:

  • Custo de manutenção. "O custo desse CMS fica muito caro pra gente, de manutenção."
  • Toda mudança passa por desenvolvedor. "'Ah, eu preciso de um banner, tal coisa' — tem que chamar desenvolvedor, desenvolvedor é um negócio caro."
  • O produto engessa. "Fica engessado, porque qualquer recurso muito grande fica caro para fazer, a gente não vai fazer."
  • A conta não fecha. "Muitas vezes é um site que a gente dá de graça no pacote do streaming — pra gente, financeiramente, não compensa."

O desfecho, também segundo o episódio: "O que que a gente fez com o Frame Sites? Matamos ele, o antigo, e desenvolvemos o Frame Sites — vamos chamar de versão 2.0 — […] usando a base do WordPress."

Leia os quatro motivos de novo, agora do lado do cliente. “Toda mudança passa por desenvolvedor” e “recurso grande a gente não vai fazer” são exatamente o que acontece com quem contrata um site em sistema fechado — só que contados por quem estava do lado de dentro. Se uma empresa de tecnologia concluiu, em 2024, que manter um sistema próprio de sites não compensava para ela, vale perguntar à agência o que torna o caso dela diferente.

“Site administrável” não é o problema; site fechado é

Aqui cabe uma distinção, porque as palavras se confundem. Administrável quer dizer que você mesmo publica: entra num painel, escreve, troca a foto, salva. Isso é bom e é o mínimo. Fechado quer dizer que só o fornecedor consegue alterar o que está por baixo do painel. Um site pode ser administrável e aberto, ou administrável e fechado — e o painel bonito não diz qual dos dois.

A distinção importa também para ler este blog sem contradição. A Sitehosting oferece “Site Administrável com WordPress” entre os itens do plano Áudio Full da página de streaming para rádio (R$ 199,70 por mês em 08/10/2026 — o item tem condições, confira na página, e preço muda). É administrável e em base aberta: o que este texto recomenda.

E no artigo irmão, o site da sua rádio não aparece no Google porque publica a mesma notícia que todas as outras, a crítica ao “site administrável” de pacote é de outra natureza: o problema ali é o conteúdo duplicado — dezenas de emissoras publicando o mesmo feed —, não a tecnologia. Um WordPress cheio de notícia copiada continua invisível na busca; uma base aberta resolve a dependência, não o conteúdo.

O que exigir no contrato com a agência

A tecnologia é um item da lista, não a lista inteira. Antes de assinar, peça por escrito:

  1. Base aberta e difundida. WordPress ou outro sistema de código aberto que mais de um fornecedor na sua região saiba manter. Se a proposta é sistema próprio, peça os critérios da seção anterior — principalmente a entrega do código e da documentação.
  2. Usuário administrador no seu nome. Com e-mail da empresa, não o de um funcionário da agência. A agência pode ter o usuário dela; o seu não pode depender do dela.
  3. Domínio no seu CNPJ. O domínio fica no nome de quem registra. Se quem registrou foi a agência, o endereço é dela. Sobre a escolha do nome e da extensão, veja como escolher o domínio do site da rádio — é o passo anterior a este, tratado no mesmo episódio.
  4. Hospedagem em conta sua. Mesmo que a agência administre, a conta e a cobrança ficam no nome da sua empresa.
  5. Backup completo e exportável. Arquivos e banco de dados, entregues quando você pedir. O WordPress tem uma ferramenta nativa que exporta o conteúdo — textos, páginas, categorias — em um arquivo (documentação oficial); ela não substitui o backup completo, mas garante que o que você escreveu sai com você.
  6. Quem fica com o código e o layout. Tema, componentes feitos sob encomenda e imagens: de quem são ao fim do contrato, e em que formato são entregues.
  7. Condições de saída. Prazo e custo para receber tudo se o contrato acabar — combinados antes, quando ninguém está brigando.

Se a agência recusa os itens 2 a 5, a tecnologia já não importa: o site não vai ser seu em nenhuma delas.

Assista ao episódio completo

Este texto nasceu do episódio "IBOPE do Streaming: sites para emissoras — Ep. 2", do podcast Café & Tech, publicado pelo canal da JMV Technology em 4 de abril de 2024 (59min48s), com Mário Sérgio, consultor de soluções da JMV, e Josimar Machado, CEO da JMV Technology. O trecho sobre sistema próprio e WordPress começa por volta dos 21min30s.

Nota editorial (apuração de 02/10 a 08/10/2026). O que foi feito com a fonte, para o leitor saber em que confiar:

  • Este artigo corrige duas afirmações do episódio que o originou. Aos 22min33s, o episódio diz que Globo, UOL, R7, G1 e A12 não usam site próprio e que “a base deles é WordPress”; a verificação descrita acima não encontrou sinal de WordPress em nenhum dos cinco. Aos 22min46s, cita uma faixa de 60% a 67% dos sites do mundo; os números do W3Techs são os dois citados acima. O conselho do episódio — não ficar refém de sistema fechado — foi mantido; os dois apoios, não.
  • O episódio é de abril de 2024. O “dois, três meses atrás” do relato sobre o Frame Sites é relativo àquela data, não a hoje. Tudo sobre o Frame Sites é relato da própria JMV.
  • A transcrição é automática e foi revisada. O reconhecimento de fala do YouTube grafa “JMV” como “DMV”, “Josimar” como “Josmar” e “Frame Sites” como “frame sides”; as citações foram pontuadas e limpas de repetições, sem acrescentar palavra que não esteja no áudio.
  • A verificação dos portais tem data e alcance declarados: página inicial, em 02/10 e 08/10/2026; o A12, só em 02/10/2026. Os números do W3Techs mudam todo dia — confira a página antes de citar.
  • A resposta de IA citada é um instantâneo de 02/10/2026, coletado em conta logada, com busca em português do Brasil e localização em Divinópolis (MG); a própria página de resultados avisava que eram personalizados.
Trechos citados do episódio (transcrição revisada)

21:31 — "Pagar alguém para desenvolver um site do zero usando tecnologia própria: não existe isso mais. A gente tá em 2024, você não vai fazer isso. E eu vou te falar por quê — a gente vai fazer o nosso meia-culpa agora. Nós tínhamos um CMS próprio até três meses atrás, dois meses atrás. Nós temos o nosso fazedor de sites, que é o Frame Sites. É um CMS que a gente desenvolveu para rádio, web rádio, TV e web TV." — Josimar Machado.

21:55 — "O custo desse CMS fica muito caro pra gente, de manutenção. 'Ah, eu preciso de um banner, tal coisa' — tem que chamar desenvolvedor, desenvolvedor é um negócio caro. E fica engessado, porque qualquer recurso muito grande fica caro para fazer, a gente não vai fazer. Porque muitas vezes é um site que a gente dá de graça no pacote do streaming — pra gente, financeiramente, não compensa."

23:05 — "A única regra que você vai ter que ter é a seguinte: beleza, eu quero que meu site seja baseado em WordPress, porque você não vai ficar refém de ninguém. Se essa agência te abandonar, qualquer desenvolvedor em começo de carreira ajusta seu WordPress."

23:27 — "Não vai fazer proprietário de jeito nenhum. E a terceira é: você sempre vai usar como base o WordPress. E o que que a gente fez com o Frame Sites? Matamos ele, o antigo, e desenvolvemos o Frame Sites — vamos chamar de versão 2.0 — […] usando a base do WordPress."

Transcrição automática do YouTube, revisada para corrigir erros de reconhecimento de fala e pontuada para leitura. As falas são de 04/04/2024. As duas afirmações do episódio corrigidas neste artigo (22:33 e 22:46) estão descritas na nota editorial e não são reproduzidas aqui como fato.

Ver também

Quer tirar o site de um sistema fechado e colocá-lo em uma base que é sua? Fale com a gente pelo WhatsApp (11) 4063-8923.