Antes da extensão, resolva o nome: ele será digitado por quem só ouviu o endereço no ar. Depois, a regra: segundo o registro.br, o .radio.br só pode ser registrado por pessoa jurídica (CNPJ) e fica reservado ao titular do am.br/fm.br de mesmo nome, quando existe. O .com.br aceita CPF ou CNPJ e é o final que o ouvinte digita sem pensar.
Quase todo endereço de site é lido e clicado. O da rádio é diferente: ele é falado. O locutor diz o endereço entre uma música e outra, uma vez, e quem quer entrar precisa transformar aquele som em letras no teclado do celular. Um domínio que funciona bem escrito num cartão pode ser um desastre dito ao microfone — e essa é a primeira decisão. A segunda é a extensão, e nela há duas regras do registro.br que a página de venda do domínio costuma deixar de fora.
Feche os olhos e digite: o teste de ouvido do domínio
O teste vem do episódio do podcast Café & Tech que originou este texto, publicado em 4 de abril de 2024. Josimar Machado, CEO da JMV Technology, descreve assim:
"Fecha seus olhos, ouça um locutor falar o seu domínio da sua rádio e vê se você consegue digitar. Pede o seu filho, um vizinho, para fechar os olhos, não ouvir nada, só ouvir a rádio."
No episódio, o enquadramento é de acessibilidade — "acessibilidade nunca teve tão em evidência" —, e faz sentido: um endereço que só se acerta olhando exclui justamente quem está com a rádio ligada no carro, na cozinha, no trabalho.
A ideia em si não é exclusiva de ninguém: testar a facilidade de fala do domínio já aparece até em resposta automática de busca. O que costuma faltar é o procedimento. Para o teste dizer alguma coisa, faça assim:
- Escolha quem não conhece a grafia. Você e a sua equipe já sabem como se escreve; o teste com vocês sempre passa.
- Fale uma vez só, no ritmo de locução. Sem soletrar e sem repetir devagar — no ar ninguém soletra.
- Peça para digitar no celular, que é onde o ouvinte vai digitar.
- Repita com três ou quatro pessoas de idades diferentes.
- Anote onde cada um errou. Hífen, letra dobrada, número ("é 98 ou noventa e oito?"), sigla, "k" no lugar de "c", palavra estrangeira. O erro que se repete é o defeito do domínio.
Os limites formais são poucos. A página de regras do registro.br diz, literalmente, que o nome deve ter "tamanho mínimo de 2 e máximo de 26 caracteres, não incluindo a categoria", que os caracteres válidos são "letras de 'a' a 'z', números de '0' a '9', o hífen" e uma lista de acentuados, e que o nome não pode "conter somente números" nem "iniciar ou terminar por hífen" (registro.br/dominio/regras/, consultada em 02/10/2026 e reconferida em 08/10/2026). Cabem 26 caracteres; o ouvido aguenta bem menos.
O episódio dá os exemplos de domínio curto que todo mundo conhece: "olha os domínios mais simples que a gente tem: R7, G1, UOL, ge, A12 — quanto menorzinho, quanto mais simples". O princípio está certo. Mas vale um aviso para ninguém sair procurando um endereço de duas letras: dois desses cinco não são reproduzíveis por uma rádio. O ge.globo só existe porque a Globo tem uma extensão de marca própria (.globo), e o g1.globo.com é um subdomínio, não um domínio registrado. Os que uma emissora poderia de fato registrar são do tipo r7.com, uol.com.br e a12.com. Fique com a lição — curto e previsível de ouvido —, não com o tamanho.
Nome oficial ou o apelido que o público usa?
Aqui o episódio de 2024 é direto:
"Sua rádio chama rádio XZP, mas o povo chama de rádio X — caramba, registra o domínio rádio X. Tem que ser popular a partir do domínio."
O argumento é de operação, não de branding. Quem digita é o ouvinte, e ele digita o nome que conhece — que raramente é a razão social. Neste ponto não há polêmica: perguntadas em 02/10/2026 sobre qual nome registrar, as respostas automáticas do Google (a "Visão geral criada por IA") e do Perplexity recomendaram a mesma coisa, o apelido pelo qual os ouvintes chamam a rádio.
Vale um registro sobre essas respostas, porque elas entram mais uma vez neste artigo: elas mudam. Em 01/10/2026, para uma busca parecida, a mesma Visão geral do Google aconselhava usar "o nome exato da rádio, sem siglas"; no dia seguinte, perguntada de outro jeito, mandou registrar o apelido. Mesmo buscador, dois conselhos em 24 horas. A resposta automática varia com a pergunta e com o dia; a regra do registro.br não.
O limite: o apelido tem que ser da sua marca. O episódio conta, como exemplo de "sabedoria popular", a história de um ex-gerente brasileiro do McDonald's que teria aberto uma loja usando a grafia popular do apelido da rede — segundo o relato, "sem autorização nenhuma". É um relato de terceiro, feito em palestra e recontado no episódio; não foi verificado por nós. E o desfecho, no próprio relato, não é de história feliz: ele foi chamado à matriz, ouviu que tinha "acabado de comprometer uma das maiores marcas do mundo" e só depois de se explicar recebeu lojas para testar a ideia. Deu certo porque a dona da marca decidiu autorizar. A lição que serve para a rádio é estreita: registre o apelido da sua própria emissora. Apelido ou grafia de marca alheia é risco jurídico — consulte a base de marcas do INPI antes de registrar qualquer nome.
.radio.br ou .com.br como endereço principal? As duas IAs discordam
Na pesquisa desta pauta, a mesma pergunta de quem vai comprar — devo usar .radio.br ou .com.br na minha web rádio? — foi feita às duas ferramentas em 02/10/2026. As duas acertaram as restrições do .radio.br, citando o registro.br. E deram recomendações opostas sobre qual extensão usar como principal:
| Visão geral de IA do Google | Perplexity | |
|---|---|---|
| Extensão principal | .com.br — "se precisar escolher apenas um para começar, o .com.br é a opção mais segura e acessível" | .radio.br — "escolheria nome-da-radio.radio.br como domínio principal" |
| Papel da outra | .radio.br como variação de proteção | .com.br para "proteção de marca, campanhas, e-mails, redirecionamento" |
| Argumento | Acesso: "o público digita por instinto" | Posicionamento: "transmite 'isso é uma rádio' já no endereço" |
Não é preciso desempatar no gosto. Três fatos decidem:
- A regra de elegibilidade decide por você. O
.radio.brexige CNPJ. Para a web rádio de uma pessoa só, registrada em CPF, a recomendação de usá-lo como principal simplesmente não é executável — e a própria resposta que o recomenda informa, linhas depois, que CPF não registra. - "Registre os dois" são duas anuidades. As duas respostas sugerem ficar com as duas extensões e nenhuma faz a conta. No registro.br, "o custo para registro de um domínio é de apenas R$40,00 por ano" (registro.br/dominio/, consultado em 08/10/2026 — confira o valor atual, preço de domínio muda). Dois domínios, duas cobranças, todo ano, e uma renovação a mais para não esquecer.
- O ouvido prefere o final que ninguém precisa pensar. "Ponto com ponto bê erre" é o que o ouvinte digita no automático. Em
radiocidade.radio.bro locutor fala "rádio" duas vezes seguidas, e o risco é o ouvinte completar com.com.brpor hábito.
Na prática: CPF, é .com.br. Com CNPJ, o .com.br continua sendo o endereço mais seguro para falar no ar, e o .radio.br faz sentido como segundo domínio de proteção, redirecionado para o principal — se o orçamento comportar as duas anuidades e se o nome estiver livre, o que leva à regra seguinte.
Acento e hífen não salvam: a regra de equivalência
A mesma página de regras do registro.br tem um parágrafo que quase ninguém cita e que muda a conversa sobre variações de nome:
"Para fins de registro, verifica-se uma equivalência na comparação de nomes de domínio. Esta verificação é realizada convertendo-se os caracteres acentuados e o cedilha, respectivamente, para suas versões não acentuadas e o 'c', e descartando-se os hífens. O registro de um domínio não é permitido se houver domínio equivalente pertencente a outro titular."
— registro.br, "Regras do domínio", consultada em 02/10/2026 e reconferida em 08/10/2026. A página não exibe data de atualização.
Traduzindo: para o registro.br, radio-cidade, radiocidade e rádiocidade são o mesmo nome. Acento é permitido, mas não diferencia nada; hífen também não. Isso tem duas consequências práticas — uma boa e uma que derruba um atalho.
A boa: se o domínio é seu, ninguém mais registra a versão com acento ou com hífen na mesma categoria. Não é preciso "cercar" as variações por medo de terceiros.
A IA errou isto. Na coleta de 02/10/2026, a Visão geral de IA do Google afirmou que, se o apelido tiver acentos, "o próprio Registro.br recomenda registrar as duas versões (com e sem acento), direcionando ambas para o mesmo site". Essa recomendação não existe na página de regras do registro.br — o único texto sobre o assunto é a regra de equivalência citada acima, e ela aponta para o lado oposto: um terceiro não consegue registrar o equivalente. O erro é da resposta automática, não do registro.br. E sem exagerar para o outro lado: a página proíbe o registro quando o equivalente pertence "a outro titular"; ela não diz que o mesmo titular está impedido de registrar variantes.
A consequência que derruba o atalho aparece quando essa regra encontra a do .radio.br, na próxima seção.
.radio.br, .am.br, .fm.br, .com.br: quem pode registrar o quê
Páginas de venda de domínio costumam apresentar o .radio.br como "a extensão ideal para emissoras e web rádios" — foi essa a formulação lida em página comercial de revendedora durante a pesquisa desta pauta, em 02/10/2026. É frase de quem vende. Quem define a regra é o registro.br, e a descrição oficial é mais seca. Na página de categorias, o radio.br não está entre os genéricos: está no grupo Cultura, marcado com asterisco — o sinal das categorias com restrição.
| Categoria | Descrição literal | Quem registra |
|---|---|---|
COM.BR | "Atividades comerciais" | CPF ou CNPJ. Sem comprovante da ANATEL. |
RADIO.BR* | "Empresas que queiram enviar áudio pela rede" | Só pessoa jurídica; nome reservado ao titular do am.br/fm.br equivalente, se houver. Sem comprovante da ANATEL. |
AM.BR* | "Empresas de radiodifusão sonora" | Só pessoa jurídica, com "Comprovante da ANATEL para Radiodifusão sonora AM". |
FM.BR* | "Empresas de radiodifusão sonora" | Só pessoa jurídica, com "Comprovante da ANATEL para Radiodifusão sonora FM". |
TV.BR | "Empresas de radiodifusão ou transmissão via Internet de sons e imagens" | Só pessoa jurídica. Sem comprovante da ANATEL na lista. |
Fontes: registro.br/dominio/categorias/ e registro.br/ajuda/registro-de-novos-dominios/. Na página de categorias, o filtro por tipo de documento mostra o COM.BR entre as opções de CPF e esconde RADIO.BR, AM.BR, FM.BR e TV.BR.
Os dois requisitos do radio.br estão numa única resposta da ajuda oficial, o item 2.9:
"Qualquer pessoa ou empresa pode registrar um domínio RADIO.BR? Não. Apenas pessoa jurídica. Além disso, caso o nome de domínio solicitado já tenha um equivalente registrado sob os DPNs am.br e/ou fm.br, somente o titular destes últimos poderá registrá-lo."
Sobre a ANATEL, a mesma página responde em dois lugares. No item 2.6, a lista de categorias que precisam enviar documento inclui ".AM.BR Comprovante da ANATEL para Radiodifusão sonora AM" e ".FM.BR Comprovante da ANATEL para Radiodifusão sonora FM"; o radio.br não está nela. No item 3.3, a lista de categorias que só são liberadas depois de verificada a documentação também não traz o radio.br — e termina com "para as demais categorias, o domínio é registrado em até 5 minutos caso não tenha pendências". Há ainda uma análise genérica, descrita no item 2.6: em algumas categorias o registro.br confere na Receita Federal se "razão social, nome fantasia e atividades econômicas autorizadas são compatíveis com a categoria pretendida".
Resumo honesto: o .radio.br não é "a extensão das emissoras". É a categoria de empresas que queiram enviar áudio pela rede, restrita a CNPJ e subordinada a quem já tem o am.br ou o fm.br. Para a emissora com outorga existem o am.br e o fm.br, com comprovante da ANATEL.
A pegadinha do am.br/fm.br
É o ponto que mais surpreende quem chega ao registro com o nome já escolhido. A web rádio fez o teste de ouvido, achou o nome perfeito, tem CNPJ — e o .radio.br não sai, porque existe uma FM com aquele mesmo nome registrada em fm.br. Pela regra do item 2.9, só o titular daquela FM pode registrar o .radio.br equivalente.
E aqui a regra de equivalência fecha a saída que todo mundo tenta. O item 2.9 fala em nome "equivalente"; a página de regras define equivalência como a comparação feita depois de tirar acentos, trocar o cedilha por "c" e descartar os hífens. Pela leitura literal dos dois textos, registrar radio-cidade.radio.br para contornar um radiocidade.fm.br de outro titular não resolve: os dois nomes colapsam na mesma forma antes da comparação. (O registro.br não publica uma frase juntando hífen e am.br; a conclusão sai de ler um texto ao lado do outro.)
O procedimento que evita a surpresa é simples: antes de imprimir o endereço em qualquer lugar, pesquise o nome no registro.br também em am.br e fm.br, sem acento e sem hífen. Se já existir com outro titular, o .radio.br daquele nome não é seu — e é melhor saber disso antes da vinheta gravada.
O caso do domínio de bilheteria
O episódio de 2024 conta um caso real, sem dizer qual é a emissora. Uma rádio foi vender ingresso de show e não quis ligar a venda ao próprio nome — "não, eu não quero que tenha ligação com o meu nome". Registrou um domínio que juntava o nome da rádio a uma expressão em inglês de bilheteria, tudo emendado, terminando em .com.br. A crítica de Josimar Machado no episódio:
"Fecha os olhos, ouça o nome e pensa: você ouvindo o nome, querendo digitar isso no telefone para comprar o ingresso. Como que você vai digitar?"
É um relato do episódio, não verificado por nós, e não deve ser lido como anedota de erro. A rádio tinha um motivo legítimo, e a parte útil é o trade-off que o caso expõe:
- O que a marca separada melhora. A bilheteria tem contabilidade, atendimento e responsabilidade próprios. Se um evento dá problema, o desgaste não cai direto no nome da emissora.
- O que ela piora. A digitação de ouvido. Um nome composto, com palavra estrangeira e sem separação audível, falha no teste da primeira seção.
O critério para decidir é o canal de divulgação. Quem anuncia o endereço no ar paga o preço da marca separada; quem divulga só por link clicável — no aplicativo, no WhatsApp, na bio da rede social, no QR code do telão — quase não paga. Se a venda depende do locutor falando o endereço, o caminho mais curto é uma página dentro do domínio que o ouvinte já sabe digitar. Se depende de link, a marca separada cumpre o papel sem custo de ouvido.
O que o registro não resolve
Domínio curto e bem escolhido resolve o endereço. Não resolve mais nada, e convém saber o quê:
- Não cria conteúdo nem posição na busca. Um site de emissora com endereço perfeito e o mesmo feed de notícias de dezenas de outras rádios continua invisível. É o tema do artigo irmão: o site da sua rádio não aparece no Google porque publica a mesma notícia que todas as outras.
- Não conserta um endereço antigo sozinho. Se a rádio já tem um domínio ruim de digitar e audiência nele, registrar o novo é só o começo — veja como trocar o domínio do site sem perder tráfego.
- Não monta a operação. O domínio aponta para um site e para um streaming que precisam existir: vale entender quanto de banda consome uma web rádio e a diferença entre ouvintes simultâneos e views antes de contratar.
Para registrar, o caminho é curto: conferir a disponibilidade do nome no registro.br (nas categorias que interessam, como descrito acima), criar a conta com o CPF ou o CNPJ do titular — o domínio fica no nome de quem registra, então que seja o da emissora, não o do técnico — e apontar os servidores DNS para onde o site está hospedado.
Assista ao episódio completo
Este texto nasceu do episódio "IBOPE do Streaming: sites para emissoras — Ep. 2", do podcast Café & Tech, publicado pelo canal da JMV Technology em 4 de abril de 2024 (59min48s), com Mário Sérgio, consultor de soluções da JMV, e Josimar Machado, CEO da JMV Technology. A conversa sobre o domínio começa por volta dos 14min40s.
Nota editorial (apuração de 01/10 a 08/10/2026). O que foi feito com a fonte, para o leitor saber em que confiar:
- O episódio é de abril de 2024. Toda fala citada aqui está datada, e nada dela foi escrito como se fosse de hoje. As regras do registro.br, que mudam, foram lidas na fonte em 02/10/2026 e reconferidas em 08/10/2026.
- A transcrição é automática e foi revisada. O reconhecimento de fala do YouTube grafa "JMV" como "DMV" e "Josimar" como "Josmar", e repete palavras; as citações foram pontuadas e limpas dessas repetições, sem acrescentar palavra que não esteja no áudio.
- Dois relatos do episódio não foram verificados e estão marcados assim no texto: o do ex-gerente do McDonald's e o da rádio com domínio de bilheteria (que o episódio não identifica).
- As respostas de IA são instantâneos. Foram coletadas em 01/10 e 02/10/2026, em contas logadas, com busca em português do Brasil e localização em Divinópolis (MG) — a própria página de resultados avisava que eram personalizados. No Perplexity, a resposta é a do plano gratuito. Outra pessoa, em outro dia, pode receber resposta diferente; por isso cada citação tem data.
Trechos citados do episódio (transcrição revisada)
15:46 — "Aí a rádio foi vender ingresso: 'não, eu não quero que tenha ligação com o meu nome'. A rádio criou o nome do domínio […]. Aí você pensa assim: fecha os olhos, ouça o nome e pensa — você ouvindo o nome, querendo digitar isso no telefone para comprar o ingresso. Como que você vai digitar? […] Tem que ser simples." — Josimar Machado, sobre o domínio de bilheteria.
16:31 — o relato sobre o ex-gerente do McDonald's, contado como exemplo de "sabedoria popular": a loja aberta com a grafia do apelido "sem autorização nenhuma", a chamada à matriz — "você acabou de comprometer uma das maiores marcas do mundo" — e o desfecho: "deram 10 lojas para ele testar, o negócio funcionou". Relato de terceiro, não verificado.
17:46 — "Você que é dono da rádio: sua rádio chama rádio XZP, mas o povo chama de rádio X — caramba, registra o domínio rádio X. Tem que ser popular a partir do domínio."
18:01 — "Na hora de você registrar um domínio da sua rádio, de você divulgar, você tem que entender uma coisa específica: acessibilidade nunca teve tão em evidência. Nesse caso, fecha seus olhos, ouça um locutor falar o seu domínio da sua rádio e vê se você consegue digitar. Pede o seu filho, um vizinho, para fechar os olhos, não ouvir nada, só ouvir a rádio. […] Então, dica de ouro: peça as pessoas para ouvir."
18:32 — "Olha os domínios mais simples que a gente tem: R7, G1, UOL, ge, A12 — quanto menorzinho, quanto mais simples."
Transcrição automática do YouTube, revisada para corrigir erros de reconhecimento de fala e pontuada para leitura. As falas são de 04/04/2024.
Ver também
- O site da sua rádio não aparece no Google — domínio próprio resolve o endereço; conteúdo próprio é outra conversa.
- Trocar o domínio do site sem perder tráfego — para quem já tem um endereço ruim de digitar.
- Quanto de banda consome uma web rádio — a conta do streaming para onde o domínio aponta.
- Ouvintes simultâneos ou views — o número que o anunciante pede depois de achar o site.
- Ecad para web rádio e web TV: quanto custa — a parte de licenciamento que o registro do domínio não cobre.
Quer colocar o site da emissora no ar no endereço que o seu ouvinte consegue digitar? Fale com a gente pelo WhatsApp (11) 4063-8923.